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Telhas de PVC em coberturas planas, em arco, sheds, lanternins ou clarabóias

coberturas planas, em arco, sheds, lanternins ou clarabóias

A iluminação interna dos ambientes é sempre um desafio para a arquitetura quando não há a opção de promover aberturas laterais nas edificações.

Quase sempre, lembra-se da possibilidade de fazer a claridade entrar pelo teto, em soluções de iluminação zenital em domos ou mesmo sofisticadas caixilharias e vidro.

Algumas instalações, porém, pedem materiais mais leves, que não sobrecarreguem a estrutura e possam substituir os sistemas de coberturas opacas, sem perda do desempenho do sistema de telhado. Para esses usos, foram desenvolvidas as telhas de PVC em vários formatos, exatamente para serem utilizadas em coberturas planas, em arco, sheds, lanternins ou clarabóias.

A exemplo de outros tipos de telhas, as de PVC também podem ser usadas como elementos de vedação em fachadas e revestimentos laterais e ainda como cobertura de estufas, orquidários e como peças complementares em outros tipos de estruturas de telhados, para promover aberturas de iluminação.

A arquitetura industrial sempre esteve atrás de sistemas de cobertura que ao mesmo tempo permitissem a iluminação dos ambientes produtivos. As soluções do tipo shed e o lanternim, ainda hoje são muito utilizadas em galpões, embora muitas outras soluções tenham se desenvolvido, notadamente nos últimos 30 anos. Nesse período, o Brasil passou por uma grande reciclagem de áreas industriais, em função dos avanços industriais, notadamente em termos de flexibilidade de lay-outs e gestão da produção.

Vários sistemas construtivos trouxeram novos ares à construção industrial, com utilização intensiva de elementos pré-fabricados de concreto, coberturas e fechamentos metálicos e também painéis de fachada arquitetônicos que acabaram por mudar bastante o cenário das novas fábricas.

As necessidades de iluminação permanecem. Sejam em construções tradicionais ou em situações vinculadas aos novos sistemas construtivos de galpões, a manutenção da claridade continua representando um desafio para os projetistas.

As telhas translúcidas de PVC têm sido muito empregadas, em função da grande flexibilidade de aplicação, uma vez que respondem a várias necessidades e podem ser aplicadas, conforme as medidas dos vãos, em perfis ondulados e trapezoidais.

As telhas onduladas e trapezoidais de PVC apresentam rigidez estrutural e flexibilidade de manejo, caracterizando um produto de pouco peso e grande resistência. Podem ser fabricadas em qualquer comprimento até 12 m , com acabamentos opaco e translúcido. Com menos emendas, os telhados com elas produzidos têm alta estanqueidade por conta da menor necessidade de sobreposições entre as peças.

As telhas translúcidas são auto-extingüíveis e não propagam o fogo. Conforme a coloração, contribuem para a redução da incidência de raios infravermelho e ultravioleta, gerando uma luz difusa e de boa qualidade para tarefas produtivas.

Sua formulação gera produtos que protegem o ambiente dessas radiações nocivas e que permanecem inalterados diante de fenômenos como corrosão das estruturas de suporte e fixação, bem como à ação das intempéries, ar marítimo e fungos.

São inertes também em relação a outros materiais de construção como cimento, cal, areia e gesso, o que garante sua preservação mesmo depois de expostas aos ambientes agressivos de obra. As telhas de PVC também não são atacadas por vegetações parasitárias como musgos e liquens. O acabamento superficial liso facilita a conservação e evita a sujeira, removida naturalmente pela ação da chuva ou do vento, quando instaladas de forma adequada.

O coeficiente médio de absorção acústica é em média de 18%, variando conforme as freqüências e a origem do som.

São oferecidas ao mercado com os perfis em formatos de grega, ondulados (vários comprimentos de onda) e trapezoidal, sempre seguindo os padrões de outros tipos de telha, de modo a permitir uma composição de materiais em busca de uma iluminação adequada dos ambientes. 

  •  Absorção acústica de até 18%
  •  Resistência a choques: 474 kg/cm² a uma velocidade de 9mm/min.
  •  Resistência à flexão: 1200 kg/cm²

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