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Educação fica 0,40% mais barata ao consumidor

Os cursos formais desaceleraram de 3,24% para 0,06% entre a primeira e segunda medição de fevereiro

Os cursos formais desaceleraram de 3,24% para 0,06% entre a primeira e segunda medição de fevereiro

17 de março de 2017 - Educação, leitura e recreação ficaram 0,40% mais baratas e ajudaram a aliviar a inflação ao consumidor na segunda prévia de março do Índice Geral de Preços - Mercado (IGP-M), informou a Fundação Getulio Vargas (FGV) nesta sexta-feira, 17. Na segunda prévia de fevereiro, o item tinha subido 2,27%. O Índice de Preços ao Consumidor (IPC-M) subiu 0,32%, ante alta de 0,36% na segunda prévia de janeiro.

Três das oito classes de despesa componentes do índice registraram decréscimo em suas taxas de variação. Na classe de despesa Educação, Leitura e Recreação, o item cursos formais, foi de 3,24% para 0,06%.

Também apresentaram decréscimo em suas taxas de variação os grupos: Comunicação (0,27% para -0,55%) e Transportes (0,51% para 0,45%). Nestas classes de despesa, destacam-se os itens: tarifa de telefone residencial (-0,11% para -2,17%) e tarifa de transporte de van e similares (11,86% para 0,00%), respectivamente.

Em contrapartida, apresentaram acréscimo em suas taxas de variação os grupos: Alimentação (-0,27% para 0,16%), Habitação (0,31% para 0,64%), Vestuário (0,22% para 0,41%), Despesas Diversas (0,25% para 0,67%) e Saúde e Cuidados Pessoais (0,47% para 0,53%).

Nestas classes de despesa, vale mencionar o comportamento dos itens: hortaliças e legumes (-2,03% para 0,75%), tarifa de eletricidade residencial (-0,03% para 2,88%), roupas (-0,09% para 0,29%), cigarros (0,00% para 1,03%) e medicamentos em geral (-0,08% para 0,24%), respectivamente.

Mão de obra

O aumento no custo da mão de obra pressionou a inflação da construção na segunda prévia de março do IGP-M), conforme dados divulgados pela FGV.

O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) apresentou, no segundo decêndio de março, variação de 0,52%. Na mesma prévia do mês anterior, a taxa foi de 0,35%. O índice que representa o custo da Mão de Obra registrou taxa de variação de 0,79%. No mês anterior, este índice variou 0,16%. Já o índice relativo a Materiais, Equipamentos e Serviços registrou variação de 0,21%, abaixo do resultado de fevereiro, de 0,58%.

Os itens que mais pesaram no INCC-M na segunda prévia de março foram custos de ajudante especializado (0,82%), servente (0,74%), carpinteiro de fôrma, esquadria e telhado (0,86%), pedreiro (0,79%) e vergalhões e arames de aço ao carbono (1,01%).

Fonte: DCI
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