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Em março a alta do IGP-10 desacelera para 0,05%

O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) registrou em março incremento de 0,59%, ante 0,36% um mês antes

O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) registrou em março incremento de 0,59%, ante 0,36% um mês antes

15 de março de 2017 - A inflação medida pelo Índice Geral de Preços – 10 (IGP-10) desacelerou para 0,05% em março, após marcar 0,14% em fevereiro, informa a Fundação Getulio Vargas (FGV). É a menor taxa para o mês desde 2009, quando o indicador caiu 0,31%. Em março de 2016, houve alta de 0,58%. No ano, o IGP-10 registrou elevação de 1,07% e, em 12 meses, avanço de 5,11%.

A desaceleração em março foi puxada pela queda de preços em itens agrícolas importantes no atacado, como a soja, milho, carne bovina e açúcar e pela desaceleração em alguns itens industriais. Por outro lado, a alta do minério de ferro e de outros produtos agrícolas, como ovos, leite in natura e suínos impediram um recuo maior da inflação. No varejo, os preços ao consumidor também cederam por causa da queda do preço do feijão e do tomate, entre outros produtos.

No atacado, o Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) caiu 0,12% em março, após ter recuado 0,03% um mês antes. Os preços agropecuários diminuíram o ritmo de baixa, de 1,87% para 0,55%, enquanto os preços industriais saíram de aumento de 0,66% para 0,04%.

O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) subiu 0,32% em março, seguindo acréscimo de 0,54% em fevereiro. Das oito classes de despesa, o destaque ficou com Educação, Leitura e Recreação (2,99% para 0,01%). Os cursos formais saíram de alta de 5,98% para estabilidade.

Transportes foram de elevação de 0,85% para 0,38% e Comunicação, de avanço de 0,37% para declínio de 0,29%, influenciados por tarifa de ônibus urbano (2,70% para 0,22%) e tarifa de telefone residencial (-0,08% para -1,42%), respectivamente.

Por fim, o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) registrou em março incremento de 0,59%, ante 0,36% um mês antes. O índice relativo a Materiais, Equipamentos e Serviços subiu 0,35% e aquele que representa o custo da Mão de Obra aumentou 0,79%.

Fonte: Valor Econômico
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