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Lucro do BB desaba no quarto trimestre com a aposentadoria incentivada

O número exclui o impacto das despesas não recorrentes de R$ 1,401 bilhão com o plano de aposentadorias incentivadas lançado pela instituição

O número exclui o impacto das despesas não recorrentes de R$ 1,401 bilhão com o plano de aposentadorias incentivadas lançado pela instituição

16 de fevereiro de 2017 - O Banco do Brasil (BB) obteve lucro líquido ajustado de R$ 1,747 bilhão no quarto trimestre de 2016, resultado 34% inferior ao obtido no mesmo período do ano anterior. O número exclui o impacto das despesas não recorrentes de R$ 1,401 bilhão com o plano de aposentadorias incentivadas lançado pela instituição.

O lucro contábil, que inclui itens extraordinários, foi de R$ 963 milhões, com redução de 61,6% em relação aos três últimos meses de 2015.

No ano passado como um todo, o lucro ajustado foi de 7,171 bilhões, o que representa queda de 38,2%.

Analistas consultados pelo Valor previam lucro ajustado de R$ 2 bilhões para o BB entre outubro e dezembro.

A margem financeira bruta somou R$ 15,333 bilhões no quarto trimestre, o que representa alta de 7,5% na comparação com igual intervalo do ano anterior. A renda de tarifas avançou 6,3%, para R$ 6,361 bilhões.

As despesas líquidas com provisões para devedores duvidosos somaram R$ 6,636 bilhões nos três últimos meses do ano passado, com alta de 9% frente ao terceiro trimestre e de 4,5% na comparação com o mesmo período do ano anterior.

Retorno ajustado

O BB apresentou retorno sobre o patrimônio líquido anualizado ajustado (ROAE) de 7,2% no quarto trimestre do ano passado. Em 2016 como um todo, ficou em 7,5%.

O retorno ajustado havia sido de 12% no quarto trimestre de 2015.

O presidente do BB, Paulo Caffarelli, tem afirmado que o objetivo é levar o retorno da instituição, no médio prazo, a um patamar parecido com o dos grandes bancos privados. Ou seja, em torno de 20%. Para isso, tem apostado em medidas de melhoria da eficiência operacional.

Caffarelli, no entanto, conseguiu entregar no quarto trimestre outra de suas metas — a de elevar o capital principal do BB a 9,5% até 2019.

O BB fechou o ano passado com 9,6% de capital principal, aquele considerado de melhor qualidade, ante 9,1% em setembro e 8,2% em dezembro de 2015.

O índice de Basileia aumentou para 18,6% no fim do ano passado, ante 17,6% em setembro e no fim do ano anterior.

Fonte: Valor Econômico
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