O portal da Arquitetura,
Engenharia e Construção
Receba Boletins e Informativos. Saiba mais
Fechar


  • Home

  • Seta Cima Fornecedores
  • Seta Cima Produtos
  • Seta Cima Arquitetura
  • Seta Cima Equipamentos
  • Seta Cima Revista Digital
  • Seta Cima Web Seminários
  • Seta Cima Conexão AEC
  • Seta Cima Blog
Seta Direita

Busca por Fornecedor ou Produto Utilize a barra de busca para procurar
o fornecedor ou produto que você deseja!

> > > No Brasil a taxa de desemprego pode chegar a 50%

No Brasil a taxa de desemprego pode chegar a 50%

Os novos fundamentos digitais vão mudar o perfil da economia como a conhecemos hoje, causando desemprego e desequilíbrios muito grandes

Os novos fundamentos digitais vão mudar o perfil da economia como a conhecemos hoje, causando desemprego e desequilíbrios muito grandes

15 de março de 2017 - O Brasil pode sofrer um desemprego projetado entre 40% e 50% de sua força de trabalho com a chegada da 4ª Revolução Industrial, a chamada Indústria 4.0. Os novos fundamentos digitais vão mudar o perfil da economia como a conhecemos hoje, causando desemprego e desequilíbrios muito grandes. Para os quais nem as indústrias e nem as universidades brasileiras estão preparadas. As previsões foram feitas pelo professor e sociólogo Glauco Arbix, Coordenador do Observatório de Inovação e Competitividade do Instituto de Estudos Avançados da USP e membro do Conselho Nacional de Ciência e Tecnologia.

“As nossas sociedades industriais foram criadas para ter seguro desemprego e sistema de previdência. Isso dentro de um desemprego que já é altíssimo, na faixa de 10 a 15%. Quando chegar a 20% todos os serviços explodem. Isso acontece nos países da Europa. Aqui o que se fala é um impacto entre 40 e 50% nos empregos com atividades repetitivas, mas também, mais sofisticada que serão atingidas pelas novas tecnologias”, disse o professor Arbix em sua palestra no Seminário Inovação e Indústria 4.0, promovido pela Fundação Vanzolini, em São Paulo. Para ele “não há sociedade no mundo que consiga ter equilíbrio social e instrumentos para amenizar o desemprego”.

O professor Glauco apresentou um programa para que o país possa enfrentar a 4ª Revolução Industrial: organizar um programa nacional de manufatura, com a participação da iniciativa privada; criar laboratórios avançados nas universidades; internacionalizar as universidades; comprar empresas em países desenvolvidos para adquirir mais rapidamente tecnologia, como a China faz; mudar a estrutura burocrática das universidades que muitas vezes sufoca a pesquisa; criar um fundo nacional de inovação para conseguir fazer projetos. Segundo o professor Arbix “se quisermos ter peso no cenário nacional e internacional é preciso manter o crescimento, estamos na contramão. Isso é perfeitamente possível, injetando entre 20 e 30 milhões na área de tecnologia”.

O Seminário Inovação e Indústria 4.0 promovido pela Fundação Vanzolini contou ainda com uma palestra do professor Mario Salerno, do Departamento de Engenharia da Poli e da Fundação Vanzolini, que esteve nos Estados Unidos para estudar o modelo americano de implantação da Indústria 4.0, naquele país. O professor Eduardo Zancul apresentou a seu estudo sobre o modelo alemão de Engenharia 4.0.

A Embraer foi apresentada no Seminário como a única empresa de porte no Brasil a investir em automação e nos princípios 4.0 no país. Pequenas empresas de alta tecnologia apresentaram suas criações nas áreas de automação, monitoramento e agronegócio.

Fonte: Imprensa Fundação Vanzolini
Gostou deste conteúdo? Cadastre-se para receber gratuitamente nossos boletins.

Complete seu cadastro

Receba gratuitamente os Boletins e
Informativos do Portal AECweb.

+55 (11) 3879-7777

Fale conosco