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Acessibilidade: um ato de cidadania

Artigo de Fabio Rivero, proprietário do escritório de arquitetura Casa da Árvore

De acordo com o Censo 2010, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mais de 45 milhões de brasileiros possuem algum tipo de deficiência. Para assegurar os direitos dessas pessoas, a Lei de Acessibilidade (Lei 10.098/2000) estabelece normas gerais e critérios básicos para a promoção da acessibilidade, mediante a supressão de barreiras e de obstáculos nas vias e espaços públicos, no mobiliário urbano, na construção e reforma de edifícios e nos meios de transporte e de comunicação.

Na arquitetura, a acessibilidade é aplicada no momento em que um espaço é projetado e através de dispositivos de suporte, sinalização ou no revestimento dos materiais escolhidos. Para que o local seja inclusivo, são os elementos que devem se adaptar aos usuários, não o contrário.

A acessibilidade predial tem como objetivo disponibilizar o acesso fácil para que pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida possam usufruir de todos os espaços disponíveis, com segurança e autonomia total ou assistida. Quando pensamos em meios de deixar um espaço acessível, temos sempre em mente cadeirantes e idosos. Porém, para seguir as diretrizes de acessibilidade, devemos levar em conta também pessoas com deficiências visuais, auditivas, além de situações provisórias, como fraturas.

Para os empreendedores, o grande desafio é adequar suas empresas para que sejam acessíveis a todos. Na construção de um negócio é necessário refletir sobre como ele irá impactar a vida de todos os que estão envolvidos. Identificar-se com a marca e se sentir acolhido por ela é o desejo de todos os clientes. As pessoas com deficiência física não são diferentes. Elas anseiam que as empresas invistam em acessibilidade (para deficientes) e lhes proporcionem, cada vez mais, uma boa e nova experiência enquanto consumidores.

Por isso, o espaço físico deve comportar pessoas com deficiência, sejam elas clientes ou colaboradores, pensando não só no crescimento da sua organização, mas também de todos enquanto seres humanos e cidadãos. O investimento em adaptações deve ser enxergado como um passo em direção à melhoria coletiva.

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