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Por que reformar agora?

Por que reformar agora?

A pandemia do novo coronavírus (Covid-19) pegou todo mundo de surpresa. Num dia, tínhamos notícias de que um vírus preocupava a população de Wuhan, na China; no outro, o Brasil confirmava seu primeiro caso e se preparava para uma quarentena quase interminável e uma rotina de máscaras e álcool em gel. Além disso, acompanhávamos o aumento de casos de infecções e mortes em solo brasileiro.

Mesmo assustados, seguimos como foi possível. Descobrimos que o home office funciona e que é possível manter uma rotina profissional mesmo em meio ao caos. Soubemos, mais uma vez, nos reinventar.

A construção civil não parou, mas fomos obrigados a aprender novas técnicas de negócios e a adaptar as recomendações dos órgãos de saúde aos nossos canteiros. O resultado disso tudo, a meu ver, será extremamente positivo, afinal, nosso segmento continuará forte como sempre e nós poderemos dizer que sobrevivemos a uma guerra com poucos arranhões - em comparação com muitos outros setores.

Mas, afinal, por que alguém deveria realizar uma reforma agora? A resposta é simples: a vida continua. Além disso, vale a pena aproveitar a calmaria para oferecer diferenciais para atrair os clientes quando tudo isso passar. E não sei se notou, mas já estamos vendo uma luz no fim do túnel.

Construir, reformar ou dar manutenção em uma loja ou escritório agora pode render muitas vantagens, como agilidade e economia. Podemos dar alguns exemplos:

• Nos ambientes onde há menor movimento, as construções, reformas e outras intervenções acontecem de forma mais simples;
• Com as novas regras de distanciamento social, os ambientes deverão ter layouts adequados – e esse é o momento para adaptações;
• Troca de revestimentos e outros materiais que normalmente são mais complicados de manusear em estabelecimentos abertos, pode ser feita com maior facilidade;
• Possibilidade de troca de revestimentos que acumulam mais sujeiras, como carpetes, por aqueles que oferecem mais higiene ao ambiente;
• Equipamentos, como ar-condicionado, precisarão de manutenção, visando evitar riscos de contaminação;
• Novos equipamentos sinalizadores ou de higienização, provavelmente, deverão ser adquiridos para se adequar às novas normas de vigilância em saúde.

É interessante pensar que, além disso, com as ruas com menor tráfego e menos gente circulando, temos facilidade de trabalhar em qualquer ambiente e ainda comprar e receber produtos de maneira mais simples e rápida. Tudo isso amortiza o tempo e até o preço da reforma, afinal, com redução do movimento no estabelecimento podemos, em alguns casos, trabalhar ininterruptamente.

Portanto, esse é o momento de reinventar os negócios, se adaptar à uma nova realidade e mostrar que é possível continuar crescendo. E uma das formas de fazer isso é investindo na própria empresa para oferecer, além dos melhores produtos e serviços, o melhor – e mais seguro – ambiente.

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PERFIL

Henrique Stefano Ferreira é Engenheiro Civil formado pela Universidade Presbiteriana Mackenzie e CEO da Steglitz Arquitetura e Engenharia.

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