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Cobertura de policarbonato privilegia iluminação natural

Material é mais resistente e leve que o vidro e conta com grau de translucidez ideal para projetos de cobertura que valorizam a entrada da luz solar, economizando energia

Texto: Gabriel Bonafé

A cobertura de policarbonato é própria para todo e qualquer projeto que tenha como premissa o aproveitamento da iluminação natural e a consequente economia de energia. A grande diversidade de aplicação do produto — disponível em chapas e telhas — é outra característica que o torna adequado tanto para pequenas residências quanto para as grandes Arenas que sediaram a Copa do Mundo da FIFA de 2014, no Brasil.

cobertura-policarbonato

Além da utilização em diversos tipos de obra, a solução também é versátil. Por ser um material leve, não há rigorosidade quanto à estrutura de sustentação. “As estruturas podem ser em aço, alumínio ou, ainda, em madeira”, explica o engenheiro e diretor comercial da Replaex, Cesar Paixão. Dobrado a frio com facilidade, o termoplástico também pode ser aplicado em coberturas curvas.

Outra vantagem é que a cobertura de policarbonato contribui para a segurança dos empreendimentos. “Trata-se de um termoplástico de grande translucidez, autoextinguível e resistente a intempéries e impactos”, afirma Paixão. “Como não propaga fogo, o material acaba diminuindo a apólice de seguro”, observa o engenheiro mecânico e gerente nacional de produtos da Belmetal, Sérgio Freitas.

ILUMINAÇÃO NATURAL E SUSTENTABILIDADE

Por ser translúcida a cobertura de policarbonato permite ao projetista privilegiar e aproveitar a iluminação natural. A preferência pelo policarbonato está relacionada às suas características únicas. “Em comparação ao vidro, por exemplo, garante resistência a impacto 30% maior e peso duas a seis vezes menor”, pontua Freitas.

translucida

De acordo com Felipe Malgero, diretor na Dumax Brasil, as coberturas de policarbonato podem ser consideradas sustentáveis, já que garantem eficiência energética ao projeto.

DIVERSIDADE DE OPÇÕES

Os produtos de policarbonato para projetos de cobertura estão disponíveis em chapas compactas (visual idêntico ao vidro), chapas alveolares (semelhante ao vidro canelado) e telhas de diversos formatos. Todos os tipos são vendidos em diversas cores e espessuras.

Além dos modelos de chapas e telhas, outro agente responsável pela variedade de opções das coberturas de policarbonato é o sistema de instalação. Eles variam desde os tradicionais — como toldos, aplicados em portas, janelas ou corredores — até os personalizados — fabricados sob medida, por exemplo.

Segundo Paixão, o atual desenvolvimento dos sistemas garante mais economia para aplicação das coberturas de policarbonato. “Temos modernos sistemas com encaixes macho-fêmea que permitem a criação de coberturas de menor custo em comparação aos materiais tradicionalmente usados”, exemplifica.


COMO ESPECIFICAR

A avaliação e escolha correta está condicionada ao projeto de iluminação, à força do vento, ao tipo de carga que a estrutura deve suportar e ao espaço que será coberto. De acordo com Malgero, uma vez que as coberturas de policarbonato garantem iluminação natural, elas também geram mais calor ao ambiente. “Portanto, com a especificação térmica o projetista pode escolher placas com capacidade de absorver raios infravermelhos (principal responsável pela transmissão do calor) ou que possam beneficiar projetos de ventilação natural (modelos personalizados)”, explica. “Em um ambiente onde circulam pessoas com muita frequência, exige-se um material com características refletivas ou, ainda, com filtro infravermelho para conferir maior conforto térmico”, completa Paixão.


INSTALAÇÃO

A complexidade na hora de instalar as chapas ou telhas de policarbonato varia conforme a dimensão do projeto e o espaço da obra. É necessário ter muita atenção com a face UV (ultravioleta) do policarbonato, deixando-a exposta ao Sol. “Caso contrário, ela ficará sujeita ao amarelecimento e ressecamento”, adverte Malgero.

chapa-policarbonato

A instalação requer mão de obra especializada. “A mão de obra não especializada pode comprometer a durabilidade do policarbonato. Temos coberturas instaladas há mais de dez anos em perfeito estado. E outras, instaladas há menos de um ano já condenadas”, explica Freitas.

MANUTENÇÃO

A manutenção das coberturas de policarbonato varia conforme a qualidade do produto escolhido e a forma de fixação. “Nas chapas alveolares, é fundamental a vedação para evitar umidade e criação de fungos ou até de insetos”, orienta Alessandra Araujo, bióloga e bioquímica ambiental, diretora executiva do escritório GCP arquitetos.

O material também requer lavagem periódica – pelo menos uma vez ao ano, dependendo das condições do ambiente e do nível de poeira e poluição. “A limpeza mantém o policarbonato esteticamente mais bonito e garante melhor brilho da luz solar”, comenta Malgero.

COBERTURA DE POLICARBONATO EM ESTÁDIOS

Alguns estádios de futebol que sediaram a Copa do Mundo de 2014 da Fifa, utilizaram o policarbonato. Saiba como:

Na Arena Castelão, a estrutura da cobertura (leve, porém rígida) foi montada em peças independentes, o que acelerou a instalação. Na cobertura foi usado o policarbonato, ora translúcido, ora opaco, pois a divisão ameniza a linha de sombra, ajudando no conforto visual do público e nas transmissões dos jogos pela TV.

Já na Arena Pantanal foi usada estrutura metálica para o fechamento lateral e uma membrana em PVC perfurada que circunda o esqueleto de aço. Assim, quatro coberturas independentes com feixe de telhas de aço e vidro de policarbonato são sustentadas pelos quatro pórticos. Elas favorecem a ventilação nas costas da arquibancada, o sombreamento, vista do exterior e estética, dando unidade à edificação.

De acordo com o arquiteto Sérgio Coelho, titular do escritório GCP arquitetos – responsável pelo projeto da Arena Pantanal –, a aplicação do material nos estádios tem relação direta com a manutenção do gramado. “A parte de policarbonato na cobertura da Arena é justamente na região acima do gramado, que precisa receber luz para sua manutenção”, explica. Além disso, a característica translúcida, a durabilidade e a rigidez do policarbonato são essenciais para a cobertura de projetos desse tipo.


Quer saber mais sobre a cobertura de policarbonato nos estádios? Assista aos vídeos e leia as matérias completas da Arena Castelão e Arena Pantanal na Galeria da Arquitetura.

Quer ver fotos das coberturas de policarbonato nos estádios? Veja o álbum no Facebook do Portal AECweb.

Colaboraram para esta matéria

Alessandra Araujo – Graduada em Biologia pela UNISA, com MS pela University of Hawaii em Bioquímica Ambiental. É Diretora Executiva na GCP Arquitetos desde 2004, gerenciando projetos e práticas de sustentabilidade com equipe multidisciplinar.
Cesar Paixão – É Engenheiro e Diretor Comercial da Replaex. Tem mais de 23 anos de experiência no mercado do policarbonato.
Felipe Malgero – Diretor na Dumax Brasil, formado em Administração de Empresas pela FAAP (Fundação Armando Alvares Penteado).
Sérgio Coelho – Graduado na FAU-USP (Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo) em 1986. Fundou a GCP Arquitetos em 1997, e tem diversos projetos premiados nacional e internacionalmente.
Sérgio Freitas – Trabalha há 26 anos na área de desenvolvimento de produtos e de mercado com gestão nacional de equipes de vendas e desenvolvimento de mercado na Belmetal. Formado em Engenharia Mecânica, atua nos segmentos de Construção Civil, Comunicação Visual e Indústria.

Cobertura de policarbonato privilegia iluminação natural

Material é mais resistente e leve que o vidro e conta com grau de translucidez ideal para projetos de cobertura que valorizam a entrada da luz solar, economizando energia

Texto: Gabriel Bonafé

A cobertura de policarbonato é própria para todo e qualquer projeto que tenha como premissa o aproveitamento da iluminação natural e a consequente economia de energia. A grande diversidade de aplicação do produto — disponível em chapas e telhas — é outra característica que o torna adequado tanto para pequenas residências quanto para as grandes Arenas que sediaram a Copa do Mundo da FIFA de 2014, no Brasil.

cobertura-policarbonato

Além da utilização em diversos tipos de obra, a solução também é versátil. Por ser um material leve, não há rigorosidade quanto à estrutura de sustentação. “As estruturas podem ser em aço, alumínio ou, ainda, em madeira”, explica o engenheiro e diretor comercial da Replaex, Cesar Paixão. Dobrado a frio com facilidade, o termoplástico também pode ser aplicado em coberturas curvas.

Outra vantagem é que a cobertura de policarbonato contribui para a segurança dos empreendimentos. “Trata-se de um termoplástico de grande translucidez, autoextinguível e resistente a intempéries e impactos”, afirma Paixão. “Como não propaga fogo, o material acaba diminuindo a apólice de seguro”, observa o engenheiro mecânico e gerente nacional de produtos da Belmetal, Sérgio Freitas.

ILUMINAÇÃO NATURAL E SUSTENTABILIDADE

Por ser translúcida a cobertura de policarbonato permite ao projetista privilegiar e aproveitar a iluminação natural. A preferência pelo policarbonato está relacionada às suas características únicas. “Em comparação ao vidro, por exemplo, garante resistência a impacto 30% maior e peso duas a seis vezes menor”, pontua Freitas.

translucida

De acordo com Felipe Malgero, diretor na Dumax Brasil, as coberturas de policarbonato podem ser consideradas sustentáveis, já que garantem eficiência energética ao projeto.

DIVERSIDADE DE OPÇÕES

Os produtos de policarbonato para projetos de cobertura estão disponíveis em chapas compactas (visual idêntico ao vidro), chapas alveolares (semelhante ao vidro canelado) e telhas de diversos formatos. Todos os tipos são vendidos em diversas cores e espessuras.

Além dos modelos de chapas e telhas, outro agente responsável pela variedade de opções das coberturas de policarbonato é o sistema de instalação. Eles variam desde os tradicionais — como toldos, aplicados em portas, janelas ou corredores — até os personalizados — fabricados sob medida, por exemplo.

Segundo Paixão, o atual desenvolvimento dos sistemas garante mais economia para aplicação das coberturas de policarbonato. “Temos modernos sistemas com encaixes macho-fêmea que permitem a criação de coberturas de menor custo em comparação aos materiais tradicionalmente usados”, exemplifica.


COMO ESPECIFICAR

A avaliação e escolha correta está condicionada ao projeto de iluminação, à força do vento, ao tipo de carga que a estrutura deve suportar e ao espaço que será coberto. De acordo com Malgero, uma vez que as coberturas de policarbonato garantem iluminação natural, elas também geram mais calor ao ambiente. “Portanto, com a especificação térmica o projetista pode escolher placas com capacidade de absorver raios infravermelhos (principal responsável pela transmissão do calor) ou que possam beneficiar projetos de ventilação natural (modelos personalizados)”, explica. “Em um ambiente onde circulam pessoas com muita frequência, exige-se um material com características refletivas ou, ainda, com filtro infravermelho para conferir maior conforto térmico”, completa Paixão.


INSTALAÇÃO

A complexidade na hora de instalar as chapas ou telhas de policarbonato varia conforme a dimensão do projeto e o espaço da obra. É necessário ter muita atenção com a face UV (ultravioleta) do policarbonato, deixando-a exposta ao Sol. “Caso contrário, ela ficará sujeita ao amarelecimento e ressecamento”, adverte Malgero.

chapa-policarbonato

A instalação requer mão de obra especializada. “A mão de obra não especializada pode comprometer a durabilidade do policarbonato. Temos coberturas instaladas há mais de dez anos em perfeito estado. E outras, instaladas há menos de um ano já condenadas”, explica Freitas.

MANUTENÇÃO

A manutenção das coberturas de policarbonato varia conforme a qualidade do produto escolhido e a forma de fixação. “Nas chapas alveolares, é fundamental a vedação para evitar umidade e criação de fungos ou até de insetos”, orienta Alessandra Araujo, bióloga e bioquímica ambiental, diretora executiva do escritório GCP arquitetos.

O material também requer lavagem periódica – pelo menos uma vez ao ano, dependendo das condições do ambiente e do nível de poeira e poluição. “A limpeza mantém o policarbonato esteticamente mais bonito e garante melhor brilho da luz solar”, comenta Malgero.

COBERTURA DE POLICARBONATO EM ESTÁDIOS

Alguns estádios de futebol que sediaram a Copa do Mundo de 2014 da Fifa, utilizaram o policarbonato. Saiba como:

Na Arena Castelão, a estrutura da cobertura (leve, porém rígida) foi montada em peças independentes, o que acelerou a instalação. Na cobertura foi usado o policarbonato, ora translúcido, ora opaco, pois a divisão ameniza a linha de sombra, ajudando no conforto visual do público e nas transmissões dos jogos pela TV.

Já na Arena Pantanal foi usada estrutura metálica para o fechamento lateral e uma membrana em PVC perfurada que circunda o esqueleto de aço. Assim, quatro coberturas independentes com feixe de telhas de aço e vidro de policarbonato são sustentadas pelos quatro pórticos. Elas favorecem a ventilação nas costas da arquibancada, o sombreamento, vista do exterior e estética, dando unidade à edificação.

De acordo com o arquiteto Sérgio Coelho, titular do escritório GCP arquitetos – responsável pelo projeto da Arena Pantanal –, a aplicação do material nos estádios tem relação direta com a manutenção do gramado. “A parte de policarbonato na cobertura da Arena é justamente na região acima do gramado, que precisa receber luz para sua manutenção”, explica. Além disso, a característica translúcida, a durabilidade e a rigidez do policarbonato são essenciais para a cobertura de projetos desse tipo.


Quer saber mais sobre a cobertura de policarbonato nos estádios? Assista aos vídeos e leia as matérias completas da Arena Castelão e Arena Pantanal na Galeria da Arquitetura.

Quer ver fotos das coberturas de policarbonato nos estádios? Veja o álbum no Facebook do Portal AECweb.

Colaboraram para esta matéria

Alessandra Araujo – Graduada em Biologia pela UNISA, com MS pela University of Hawaii em Bioquímica Ambiental. É Diretora Executiva na GCP Arquitetos desde 2004, gerenciando projetos e práticas de sustentabilidade com equipe multidisciplinar.
Cesar Paixão – É Engenheiro e Diretor Comercial da Replaex. Tem mais de 23 anos de experiência no mercado do policarbonato.
Felipe Malgero – Diretor na Dumax Brasil, formado em Administração de Empresas pela FAAP (Fundação Armando Alvares Penteado).
Sérgio Coelho – Graduado na FAU-USP (Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo) em 1986. Fundou a GCP Arquitetos em 1997, e tem diversos projetos premiados nacional e internacionalmente.
Sérgio Freitas – Trabalha há 26 anos na área de desenvolvimento de produtos e de mercado com gestão nacional de equipes de vendas e desenvolvimento de mercado na Belmetal. Formado em Engenharia Mecânica, atua nos segmentos de Construção Civil, Comunicação Visual e Indústria.
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