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Iluminação solar alia vantagens ambientais e econômicas

A energia fotovoltaica pode oferecer até 100% de economia dependendo do tamanho do sistema instalado

Por Tatiana Arcolini e Paula Barradas

Edifício vidro

A iluminação solar é o que há de mais moderno para a sustentabilidade e a economia de energia em residências e ambientes comerciais. No entanto, um projeto que use o Sol como gerador de energia exige a parceria entre “um arquiteto e um profissional especializado que irá auxiliar na escolha do melhor produto levando em consideração a quantidade de calor e luz que o local deverá receber”, como esclarece Jefferson Martins, especificador técnico da PKO do Brasil.

Segundo o departamento de marketing da empresa Neosolar Energia é necessário calcular o consumo mensal e a quantidade de equipamentos elétricos existentes nos ambientes antes de dar início ao projeto. A estética também é muito importante para definir o produto que irá gerar a iluminação por meio da luz solar, pois, dependendo do equipamento, tanto a coloração quanto o nível de reflexão luminosa que o ambiente receberá podem variar bastante.

Tipos de iluminação

Há diversas soluções para um projeto luminotécnico. Uma delas é o uso do vidro. Com ele, há uma entrada pré-determinada de luz natural, o que torna possível mensurar e dosar essa incidência solar e até mesmo o calor no ambiente.

Outra opção é a iluminação fotovoltaica, que consiste em transformar a luz solar em energia elétrica por meio de painéis fotovoltaicos. “Este recurso”, explica a arquiteta Luciana Di Gioia, “utiliza-se de materiais especiais chamados de semicondutores, como o silício, que é atualmente o mais comum”. E funciona, basicamente, da seguinte maneira: quando a luz atinge a célula, certa quantidade dela é absorvida e transferida para o material semicondutor. A energia então arranca os elétrons fracamente ligados, permitindo que fluam livremente. Da mesma forma, as células também possuem campos elétricos que forçam os elétrons livres, por meio da absorção da luz, a fluírem em determinado sentido. Este fluxo de elétrons é a corrente que gera a energia elétrica.

A energia fotovoltaica é uma das mais promissoras fontes de energia renováveis. A vantagem mais clara é a quase total ausência de poluição. Além de não produzir cheiros nem ruídos e possuir baixa ou nenhuma manutenção, pois possui tempo de vida elevado para os módulos.

Uma das principais limitações dos dispositivos fotovoltaicos, no entanto, é o seu baixo rendimento, isto é, apresentam baixa conversão de energia solar em eletricidade. A razão deste fato reside fundamentalmente na deficiente exploração do espectro da radiação incidente (o Sol) por parte dos dispositivos.

Outros inconvenientes são os custos elevados da produção dos painéis e das obras no telhado, que deve seguir algumas especificações. Em primeiro lugar, os painéis devem ser instalados em um ângulo de inclinação correto, que deve ser igual à latitude da área, e apontar para a direção sul a fim de absorver a máxima quantidade de energia o ano todo. Além disso, os módulos nunca devem receber sombra de árvores ou de prédios vizinhos, não importando a hora do dia ou a época do ano. Isso porque mesmo que apenas uma das 36 células esteja na sombra, a produção de energia será reduzida em mais da metade.

Telhas translúcidas dispersam os raios solares

Telhas

Há, ainda, a opção de utilizar telhas translúcidas com sistema de cobertura mista (com telhas transparentes e telhas clássicas). “A única exigência é respeitar as seis regras básicas de montagem de um telhado: inclinação, espaçamento, sequência de montagem, sobreposição, fixação e beiral”, esclarece Priscila Feitoza, supervisora técnica da Onduline do Brasil. A principal vantagem é que dispersam os raios solares, fazendo com que a claridade seja distribuída por todo o ambiente.

Economia na ponta do lápis

Para Jefferson Martins a economia obtida com o vidro sempre está atrelada à escolha do produto. Porém, ele acredita que se pode estimar uma redução média anual de 25%. O custo do vidro se pagaria num período de quatro anos, e o proprietário teria redução de gastos no decorrer dos anos seguintes.

Já o sistema de energia solar fotovoltaica produz resultados imediatos. A diferença já é percebida na conta de luz do mês seguinte à instalação, podendo chegar a 100% de economia dependendo do tamanho do sistema instalado. Assim, o investimento se paga em poucos anos e após obter retorno, o proprietário terá energia elétrica limpa e gratuita durante mais de 25 anos.


Nos locais que utilizam telhas translúcidas, a economia é vista claramente, pois, durante o dia, não há necessidade de usar energia elétrica.

Colaboraram para esta matéria

Jefferson Martins – Especificador Técnico da PKO do Brasil desde fevereiro de 2007. Técnico em Edificações. Cursa o 10º Semestre de Engenharia Civil.

Luciana Di Gioia – Arquiteta da LDG Arquitetura e Design de Interiores.

 
Priscila Feitoza – Supervisora técnica da Onduline do Brasil.

Iluminação solar alia vantagens ambientais e econômicas

A energia fotovoltaica pode oferecer até 100% de economia dependendo do tamanho do sistema instalado

Por Tatiana Arcolini e Paula Barradas

Edifício vidro

A iluminação solar é o que há de mais moderno para a sustentabilidade e a economia de energia em residências e ambientes comerciais. No entanto, um projeto que use o Sol como gerador de energia exige a parceria entre “um arquiteto e um profissional especializado que irá auxiliar na escolha do melhor produto levando em consideração a quantidade de calor e luz que o local deverá receber”, como esclarece Jefferson Martins, especificador técnico da PKO do Brasil.

Segundo o departamento de marketing da empresa Neosolar Energia é necessário calcular o consumo mensal e a quantidade de equipamentos elétricos existentes nos ambientes antes de dar início ao projeto. A estética também é muito importante para definir o produto que irá gerar a iluminação por meio da luz solar, pois, dependendo do equipamento, tanto a coloração quanto o nível de reflexão luminosa que o ambiente receberá podem variar bastante.

Tipos de iluminação

Há diversas soluções para um projeto luminotécnico. Uma delas é o uso do vidro. Com ele, há uma entrada pré-determinada de luz natural, o que torna possível mensurar e dosar essa incidência solar e até mesmo o calor no ambiente.

Outra opção é a iluminação fotovoltaica, que consiste em transformar a luz solar em energia elétrica por meio de painéis fotovoltaicos. “Este recurso”, explica a arquiteta Luciana Di Gioia, “utiliza-se de materiais especiais chamados de semicondutores, como o silício, que é atualmente o mais comum”. E funciona, basicamente, da seguinte maneira: quando a luz atinge a célula, certa quantidade dela é absorvida e transferida para o material semicondutor. A energia então arranca os elétrons fracamente ligados, permitindo que fluam livremente. Da mesma forma, as células também possuem campos elétricos que forçam os elétrons livres, por meio da absorção da luz, a fluírem em determinado sentido. Este fluxo de elétrons é a corrente que gera a energia elétrica.

A energia fotovoltaica é uma das mais promissoras fontes de energia renováveis. A vantagem mais clara é a quase total ausência de poluição. Além de não produzir cheiros nem ruídos e possuir baixa ou nenhuma manutenção, pois possui tempo de vida elevado para os módulos.

Uma das principais limitações dos dispositivos fotovoltaicos, no entanto, é o seu baixo rendimento, isto é, apresentam baixa conversão de energia solar em eletricidade. A razão deste fato reside fundamentalmente na deficiente exploração do espectro da radiação incidente (o Sol) por parte dos dispositivos.

Outros inconvenientes são os custos elevados da produção dos painéis e das obras no telhado, que deve seguir algumas especificações. Em primeiro lugar, os painéis devem ser instalados em um ângulo de inclinação correto, que deve ser igual à latitude da área, e apontar para a direção sul a fim de absorver a máxima quantidade de energia o ano todo. Além disso, os módulos nunca devem receber sombra de árvores ou de prédios vizinhos, não importando a hora do dia ou a época do ano. Isso porque mesmo que apenas uma das 36 células esteja na sombra, a produção de energia será reduzida em mais da metade.

Telhas translúcidas dispersam os raios solares

Telhas

Há, ainda, a opção de utilizar telhas translúcidas com sistema de cobertura mista (com telhas transparentes e telhas clássicas). “A única exigência é respeitar as seis regras básicas de montagem de um telhado: inclinação, espaçamento, sequência de montagem, sobreposição, fixação e beiral”, esclarece Priscila Feitoza, supervisora técnica da Onduline do Brasil. A principal vantagem é que dispersam os raios solares, fazendo com que a claridade seja distribuída por todo o ambiente.

Economia na ponta do lápis

Para Jefferson Martins a economia obtida com o vidro sempre está atrelada à escolha do produto. Porém, ele acredita que se pode estimar uma redução média anual de 25%. O custo do vidro se pagaria num período de quatro anos, e o proprietário teria redução de gastos no decorrer dos anos seguintes.

Já o sistema de energia solar fotovoltaica produz resultados imediatos. A diferença já é percebida na conta de luz do mês seguinte à instalação, podendo chegar a 100% de economia dependendo do tamanho do sistema instalado. Assim, o investimento se paga em poucos anos e após obter retorno, o proprietário terá energia elétrica limpa e gratuita durante mais de 25 anos.


Nos locais que utilizam telhas translúcidas, a economia é vista claramente, pois, durante o dia, não há necessidade de usar energia elétrica.

Colaboraram para esta matéria

Jefferson Martins – Especificador Técnico da PKO do Brasil desde fevereiro de 2007. Técnico em Edificações. Cursa o 10º Semestre de Engenharia Civil.

Luciana Di Gioia – Arquiteta da LDG Arquitetura e Design de Interiores.

 
Priscila Feitoza – Supervisora técnica da Onduline do Brasil.

Iluminação solar alia vantagens ambientais e econômicas

A energia fotovoltaica pode oferecer até 100% de economia dependendo do tamanho do sistema instalado

Por Tatiana Arcolini e Paula Barradas

Edifício vidro

A iluminação solar é o que há de mais moderno para a sustentabilidade e a economia de energia em residências e ambientes comerciais. No entanto, um projeto que use o Sol como gerador de energia exige a parceria entre “um arquiteto e um profissional especializado que irá auxiliar na escolha do melhor produto levando em consideração a quantidade de calor e luz que o local deverá receber”, como esclarece Jefferson Martins, especificador técnico da PKO do Brasil.

Segundo o departamento de marketing da empresa Neosolar Energia é necessário calcular o consumo mensal e a quantidade de equipamentos elétricos existentes nos ambientes antes de dar início ao projeto. A estética também é muito importante para definir o produto que irá gerar a iluminação por meio da luz solar, pois, dependendo do equipamento, tanto a coloração quanto o nível de reflexão luminosa que o ambiente receberá podem variar bastante.

Tipos de iluminação

Há diversas soluções para um projeto luminotécnico. Uma delas é o uso do vidro. Com ele, há uma entrada pré-determinada de luz natural, o que torna possível mensurar e dosar essa incidência solar e até mesmo o calor no ambiente.

Outra opção é a iluminação fotovoltaica, que consiste em transformar a luz solar em energia elétrica por meio de painéis fotovoltaicos. “Este recurso”, explica a arquiteta Luciana Di Gioia, “utiliza-se de materiais especiais chamados de semicondutores, como o silício, que é atualmente o mais comum”. E funciona, basicamente, da seguinte maneira: quando a luz atinge a célula, certa quantidade dela é absorvida e transferida para o material semicondutor. A energia então arranca os elétrons fracamente ligados, permitindo que fluam livremente. Da mesma forma, as células também possuem campos elétricos que forçam os elétrons livres, por meio da absorção da luz, a fluírem em determinado sentido. Este fluxo de elétrons é a corrente que gera a energia elétrica.

A energia fotovoltaica é uma das mais promissoras fontes de energia renováveis. A vantagem mais clara é a quase total ausência de poluição. Além de não produzir cheiros nem ruídos e possuir baixa ou nenhuma manutenção, pois possui tempo de vida elevado para os módulos.

Uma das principais limitações dos dispositivos fotovoltaicos, no entanto, é o seu baixo rendimento, isto é, apresentam baixa conversão de energia solar em eletricidade. A razão deste fato reside fundamentalmente na deficiente exploração do espectro da radiação incidente (o Sol) por parte dos dispositivos.

Outros inconvenientes são os custos elevados da produção dos painéis e das obras no telhado, que deve seguir algumas especificações. Em primeiro lugar, os painéis devem ser instalados em um ângulo de inclinação correto, que deve ser igual à latitude da área, e apontar para a direção sul a fim de absorver a máxima quantidade de energia o ano todo. Além disso, os módulos nunca devem receber sombra de árvores ou de prédios vizinhos, não importando a hora do dia ou a época do ano. Isso porque mesmo que apenas uma das 36 células esteja na sombra, a produção de energia será reduzida em mais da metade.

Telhas translúcidas dispersam os raios solares

Telhas

Há, ainda, a opção de utilizar telhas translúcidas com sistema de cobertura mista (com telhas transparentes e telhas clássicas). “A única exigência é respeitar as seis regras básicas de montagem de um telhado: inclinação, espaçamento, sequência de montagem, sobreposição, fixação e beiral”, esclarece Priscila Feitoza, supervisora técnica da Onduline do Brasil. A principal vantagem é que dispersam os raios solares, fazendo com que a claridade seja distribuída por todo o ambiente.

Economia na ponta do lápis

Para Jefferson Martins a economia obtida com o vidro sempre está atrelada à escolha do produto. Porém, ele acredita que se pode estimar uma redução média anual de 25%. O custo do vidro se pagaria num período de quatro anos, e o proprietário teria redução de gastos no decorrer dos anos seguintes.

Já o sistema de energia solar fotovoltaica produz resultados imediatos. A diferença já é percebida na conta de luz do mês seguinte à instalação, podendo chegar a 100% de economia dependendo do tamanho do sistema instalado. Assim, o investimento se paga em poucos anos e após obter retorno, o proprietário terá energia elétrica limpa e gratuita durante mais de 25 anos.


Nos locais que utilizam telhas translúcidas, a economia é vista claramente, pois, durante o dia, não há necessidade de usar energia elétrica.

Colaboraram para esta matéria

Jefferson Martins – Especificador Técnico da PKO do Brasil desde fevereiro de 2007. Técnico em Edificações. Cursa o 10º Semestre de Engenharia Civil.

Luciana Di Gioia – Arquiteta da LDG Arquitetura e Design de Interiores.

 
Priscila Feitoza – Supervisora técnica da Onduline do Brasil.
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