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Instalação de banheira requer preparação dos sistemas hidráulico e elétrico

Ao especificar, o profissional precisa analisar a estrutura da edificação, a impermeabilização, a manutenção e o tipo de tecnologia do equipamento, além de ter conhecimento sobre as medidas do espaço

Redação AECweb / e-Construmarket

Banheira

A presença de uma banheira influencia diretamente no momento de projetar o banheiro. Quando a instalação desse elemento está prevista, os sistemas de impermeabilização e ventilação devem ser devidamente dimensionados, pois, em caso de erro, acabam gerando umidade e infiltração. “É também fundamental consultar um profissional para analisar se o peso do produto não afetará a estrutura da edificação”, recomenda a arquiteta Denise Monteiro, responsável pelo escritório Denise Monteiro Arquitetura e Interiores.

Existem dois tipos de banheiras, as de sobrepor e as de embutir. “A banheira de sobrepor é prática, pois não necessita de base de apoio, além de ter modelos esteticamente arrojados. Já as opções de embutir, são as mais utilizadas e possibilitam a instalação de sistemas de hidromassagem e cromoterapia. Essa segunda alternativa pode ser de alvenaria ou fibra de vidro”, explica.

ESPECIFICAÇÃO

Dentre os aspectos que determinam a melhor alternativa para cada ambiente estão o espaço e orçamentos disponíveis. “Para bem especificar a banheira, o profissional precisa analisar a estrutura da edificação, a impermeabilização, a manutenção e o tipo de tecnologia do equipamento, além de ter conhecimento sobre as medidas do espaço, bem como as características dos usuários para assim escolher o produto com tamanho mais adequado”, afirma a arquiteta.

INSTALAÇÃO

Para bem especificar a banheira, o profissional precisa analisar a estrutura da edificação, a impermeabilização, a manutenção e o tipo de tecnologia do equipamento, além de ter conhecimento sobre as medidas do espaço, bem como as características dos usuários para assim escolher o produto com tamanho mais adequado

Todo o processo de instalação deve seguir as especificações técnicas do manual de instruções fornecido pelo fabricante. Os tipos de acessórios escolhidos para a banheira devem ser levados em consideração, pois cada um tem características próprias de instalação. “Para a parte hidráulica, é necessário planejar ponto de entrada de água na banheira. Já em relação aos registros, é aconselhável o projeto prever um ou dois pontos, dependendo do tipo de metal sanitário usado. Se for empregada a ducha manual, deve ser especificado um ponto que funcione independente da abertura de água da entrada da banheira”, fala a profissional, lembrando que no sistema hidráulico também deve ser criado ponto de saída de água interligado ao esgoto.

No projeto, deve estar detalhado ainda um ponto de energia. “Normalmente, usa-se tomada de 220 volts, mas é recomendável verificar a tensão do produto junto ao fabricante do modelo escolhido. Além desse primeiro, demais pontos podem ser especificados se for incluso algum acessório como TV ou som”, sugere Denise. Equipamentos de hidromassagem demandam o uso específico da seção de fio e disjuntores, bem como rede elétrica independente, desde o quadro de energia até o aterramento.

Caso o produto escolhido seja o de embutir, será necessária a colocação de uma base de alvenaria, além do revestimento da lateral e o topo da banheira com material resistente, que pode ser granito, mármore ou ainda algum de seus submateriais como o marmoglass, cimento queimado e pastilhas.

VANTAGENS

Uma das principais vantagens proporcionadas pela banheira é a valorização da edificação, já que o material é responsável por oferecer momentos de relaxamento e descanso para o usuário. “São preciosos minutos para descarga do estresse diário com um banho que faz bem para a saúde, ativando a circulação do sangue e renovando as forças para uma boa noite de sono”, comenta a profissional, que aponta como desvantagem o custo maior com a obra do banheiro devido às instalações e construção de alvenaria. “Caso a banheira seja de embutir, ainda há o maior consumo de água e a necessidade de espaço mais amplo”, complementa.

As banheiras de embutir também precisam de acabamento, uma vez que a peça deve ser revestida, implicando maiores gastos com material e mão de obra. “Tal escolha exige a chamada alvenaria de sustentação, estrutura feita de areia para a banheira não deformar com o peso da água. Já as de sobrepor não necessitam de alvenaria e sua instalação é bem mais simples, além serem mais resistentes devido ao material de confecção, que pode ser ferro fundido ou o mais atual chamado Quarrycast, que é um composto vulcânico feito de pedra calcária e resina e tem garantia de 20 anos”, detalha a arquiteta.

MANUTENÇÃO E QUALIDADE

Para a parte hidráulica, é necessário planejar ponto de entrada de água na banheira. Já em relação aos registros, é aconselhável o projeto prever um ou dois pontos, dependendo do tipo de metal sanitário usado. Se for empregada a ducha manual, deve ser especificado um ponto que funcione independente da abertura de água da entrada da banheira

As banheiras, ensina a arquiteta, precisam de manutenção periódica que muitas vezes é esquecida após a instalação. “É importante prever no projeto acesso de, aproximadamente, 50 cm x 40 cm para manutenção da bomba e ventilação adequada. É recomendada a limpeza da tubulação a cada três ou quatro meses”, diz. “No momento de comprar a banheira, é aconselhável optar por empresas idôneas com boas referências, que ofereçam garantia em seus produtos e que, de preferência, executem tanto a instalação quanto a manutenção dos equipamentos”, completa.

A aplicação periódica de polimento com cera automotiva conserva e protege o brilho da banheira. Para solucionar pequenos arranhões, pode ser usada lixa d’água 600 e, depois, com o auxílio de uma flanela macia, aplicar cera automotiva para revitalizar o brilho. “Consulte o revendedor autorizado para solucionar problemas maiores, como sulcos profundos ou danos mais sérios”, aconselha Denise.

VANTAGENS

Uma das principais vantagens proporcionadas pela banheira é a valorização da edificação, já que o material é responsável por oferecer momentos de relaxamento e descanso para o usuário. “São preciosos minutos para descarga do stress diário com um banho que faz bem para a saúde, ativando a circulação do sangue e renovando as forças para uma boa noite de sono”, comenta a profissional, que aponta como desvantagem o custo maior com a obra do banheiro devido às instalações e construção de alvenaria. “Caso a banheira seja de embutir, ainda há o maior consumo de água e a necessidade de espaço mais amplo”, complementa.

As banheiras de embutir também precisam de acabamento, uma vez que a peça deve ser revestida, implicando maiores gastos com material e mão de obra. “Tal escolha exige a chamada alvenaria de sustentação, estrutura feita de areia para a banheira não deformar com o peso da água. Já as de sobrepor não necessitam de alvenaria e sua instalação é bem mais simples, além serem mais resistentes devido ao material de confecção, que pode ser ferro fundido ou o mais atual chamado Quarrycast, que é um composto vulcânico feito de pedra calcária e resina e tem garantia de 20 anos”, detalha a arquiteta.

É BOM SABER

“Em um banho de chuveiro é utilizado, em média, 80 litros de água, contra 170 litros necessários para encher uma banheira de tamanho médio. Mas, se a pessoa quiser um banho prolongado para relaxar, a melhor opção talvez seja usar a banheira, enchendo-a só até a metade para economizar água. O usuário final também deve ser avisado que as bombas de hidroterapia só podem ser acionadas quando a água estiver acima dos dispositivos do sistema. Se a bomba e o aquecedor funcionarem sem água, poderão sofrer danos irreversíveis e ainda causar principio de incêndio”, finaliza Denise.

Colaborou para esta matéria

Denise Monteiro – Formada pela Universidade de Brasília (UnB) e estabeleceu sua carreira no eixo Rio de Janeiro / São Paulo / Brasília. Atua há mais de 20 anos nas áreas de arquitetura e decoração residencial, corporativa e promocional. Participa das mais importantes mostras e eventos de arquitetura e decoração, como a Casa Cor São Paulo, além das mostras Casa Hotel e La Una. Seus projetos estão presentes nas cidades mais importantes da capital e interior dos estados de São Paulo e Rio de Janeiro, como Indaiatuba, Jundiaí e Macaé, regiões conhecidas por seus condomínios de luxo e grandes empreendimentos imobiliários.
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