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Vidros antibacterianos são ideais para hospitais e restaurantes

Formulados com íons de prata e outros elementos que impedem a proliferação de microrganismos, produtos podem ser usados em janelas, divisórias e portas encaixilhadas

Redação AECweb / e-Construmarket

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Ao permitir a eliminação de 99,9% das bactérias em 24 horas e evitar a proliferação de fungos, os vidros antibacterianos são ideais para ambientes onde a assepsia é extremamente necessária, como hospitais, clínicas médicas e restaurantes. A solução pode também ser especificada para locais em que há grande circulação de pessoas, como recepções, hall de espera e elevadores, além de áreas nas quais a limpeza com produtos bactericidas seja difícil ou inviável.

A fabricação da solução é baseada na difusão de íons de prata e outros elementos no vidro. Ao interagir com essas partículas, as bactérias têm seu metabolismo desativado e sua divisão mecânica interrompida, o que acaba por destruí-las.

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SIMILARIDADES COM O PRODUTO CONVENCIONAL

Não há restrições em relação ao tamanho dos vidros. As chapas são praticamente do mesmo tamanho, e a única diferença técnica é em relação ao processo de têmpera
Kátia Sugimura Simões

De acordo com a arquiteta Kátia Sugimura Simões, consultora externa da AGC Vidros, a aparência é a mesma de um vidro sem este tratamento especial, assim como o procedimento de instalação, que segue o dos vidros considerados comuns. A manutenção também é semelhante, com a limpeza sendo feita com água morna e detergente neutro, com esponja ou pano macios.

ONDE USAR

A solução é adaptável a qualquer ambiente arquitetônico e pode ser usada tanto em áreas internas, quanto externas. Entretanto, está mais presente no interior das edificações, para controle de contaminações por bactérias. "Não há restrições em relação ao tamanho dos vidros. As chapas são praticamente do mesmo tamanho, e a única diferença técnica é em relação ao processo de têmpera. Caso o vidro antibactéria passe por este procedimento, acabará perdendo as propriedades bactericidas", adverte Kátia.

Este modelo de vidro pode ser utilizado em janelas, divisórias e portas encaixilhadas ou com persianas internas, como revestimento de parede e de móveis, como espelho bactericida e como box de banho, quando encaixilhado
Kátia Sugimura Simões

O produto conta ainda com valor estético, já que pode ser encontrado em diversas cores e também sob a forma de espelho, o que o torna adaptável a uma infinidade de aplicações, principalmente de grande circulação. A utilização em janelas e portas externas possibilita a passagem de luz natural, o que é bastante desejável em hospitais, por exemplo, pois isso traz aos pacientes uma maior oportunidade de contato com o mundo exterior, humanizando a internação.

“O vidro antibacteriano pode ser utilizado em janelas, divisórias e portas encaixilhadas ou com persianas internas, como revestimento de parede e de móveis (quando pintado), como espelho bactericida e como box de banho, quando encaixilhado”, diz Katia, ressaltando que o material confere modernidade à arquitetura e é tendência em locais onde há necessidade de maior rigor de higiene.

Colaborou para esta matéria

Kátia Sugimura Simões – formada em Arquitetura e Urbanismo pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo (FAU-USP). Tem pós-graduação em Gestão de Negócios e Marketing pela Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM). É especialista em vidros, desde produto e sistemas até projetos e instalações. É sócia-proprietária da Universo Vítreo e consultora externa AGC para o vidro antibactéria.
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