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Você sabe escolher serras policorte de bancada? Veja dicas

Os cuidados envolvem desde especificações para atender às necessidades do trabalho até preocupações com segurança. Aspectos como potência, rotação, diâmetro do disco e capacidade de corte devem ser considerados

Texto: Juliana Nakamura

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Os cuidados para escolher uma serra de policorte envolvem desde especificações para atender às necessidades do trabalho até preocupações com segurança (Crédito:  alan payne / Shutterstock)

Equipamento imprescindível em serralheiras e marcenarias, as serras policorte de bancada, como o próprio nome indica, são capazes de realizar cortes rápidos longitudinais, transversais ou de meia esquadria a 45° em diversos materiais.

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O mercado disponibiliza uma grande variedade de modelos, com preços que vão de R$ 600 a R$ 1200. A maior parte desses equipamentos é composta por base e corpo em ferro fundido e trabalha com discos abrasivos de 12 ou 14 polegadas, especificados em função do material que será cortado (alumínio, ferro, madeira etc.).

CRITÉRIOS DE SELEÇÃO

Os cuidados para escolher uma serra de policorte envolvem desde especificações para atender às necessidades do trabalho até preocupações com segurança. Aspectos como potência, rotação, diâmetro do disco e capacidade de corte em diferentes ângulos devem ser considerados na hora de comparar diferentes modelos de serra.

Itens de qualidade, como a construção do motor 100% apoiado por rolamentos de esferas, engrenagens helicoidais usinadas, além de braços e base robustos, garantem estabilidade no corte e a durabilidade do equipamento
Francisco Costa

“Itens de qualidade, como a construção do motor 100% apoiado por rolamentos de esferas, engrenagens helicoidais usinadas, além de braços e base robustos, garantem estabilidade no corte e a durabilidade do equipamento”, diz Francisco Costa, gerente de marca da Dewalt.

DISPOSITIVOS DE SEGURANÇA

Além de características atreladas ao desempenho, a presença de dispositivos de segurança deve ser considerada no momento de escolha de uma serra policorte. “Pino para trava, carcaça fixa e estável, bem como dupla isolação são requisitos de segurança importantes e que devem ser priorizados”, afirma Ronilda Novais, técnica em segurança da construtora Tecnibras.

“Pequenos detalhes podem fazer a diferença quando se trata de segurança”, acrescenta Costa, que cita outros recursos, como gatilho que se desliga automaticamente ao soltar a empunhadura, evitando que a máquina permaneça ligada caso haja a perda de controle da ferramenta. “Outro detalhe muito útil é o orifício na empunhadura para a instalação de um cadeado. Tal cuidado é necessário para evitar que pessoas não treinadas operem o equipamento”, comenta Costa.

SEGURANÇA NO MANUSEIO

A operação das serras policorte em canteiros de obras é uma atividade que envolve uma série de riscos ao trabalhador. Por isso mesmo, não pode prescindir do cumprimento de normas e boas práticas.

Não se pode permitir o trânsito de pessoas no local onde a policorte será instalada
Romilda Novais

Um risco que envolve o uso desse tipo de máquina é o acionamento acidental. Por isso, o operador deve certificar-se de que a ferramenta elétrica esteja desligada antes de conectar o plugue na tomada e/ou na bateria. A máquina jamais poderá ser ligada sem a conferência prévia da integridade de suas partes, incluindo o cabo elétrico. “Também não se pode permitir o trânsito de pessoas no local onde a policorte será instalada”, destaca Novais, lembrando que em hipótese alguma a serra deverá ser ligada antes da fixação do material a ser cortado.

Também é fundamental garantir que os operadores de serras policorte utilizem os equipamentos de proteção individual (EPIs): luvas, óculos, máscaras ou protetor facial, proteção respiratória, avental de raspa, abafadores de ruídos e sapatos antiderrapantes.

A operação de serras de corte rápido deve estar de acordo com a NR-12, norma regulamentadora do Ministério do Trabalho que trata da segurança no trabalho com máquinas e equipamentos. “Também deve atender às diretrizes do manual do fabricante da máquina, que deve ser redigido em língua portuguesa de forma clara e de fácil compreensão”, afirma Ronilda Novais.

MANUTENÇÃO PREVENTIVA

Serras policorte são máquinas robustas que não costumam demandar muita manutenção. Ainda assim, devem ser submetidas à limpeza periódica para garantir a desobstrução das aberturas de ventilação e da proteção retrátil da lâmina (quando houver).

Leia também: Soldagem requer bons equipamentos e profissionais detalhistas

Colaboração técnica

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Francisco Costa - Profissional de marketing com mais de vinte anos de experiência no mercado de bens de consumo. É gerente da marca Walter
 
Romilda Novais – Técnica de segurança da construtora Tecnibras
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