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Confiança na construção mantém ritmo lento de alta em setembro

Índice apurado pela FGV subiu 0,9 ponto entre agosto e setembro. Alta foi influenciada pela melhora da situação atual e das expectativas para os próximos meses

Texto: Yuri Soares

Índice apurado pela FGV subiu 0,9 ponto entre agosto e setembro. Alta foi influenciada pela melhora da situação atual e das expectativas para os próximos meses


Cálculo da confiança atual do empresário da construção cresceu 0,7 ponto e alcançou 72,4 pontos - o maior nível desde junho de 2015 (Créditos: Shutterstock/Jat306)

02/10/2018 | 16:17 - O Índice de Confiança da Construção, medido pela Fundação Getulio Vargas (FGV), cresceu 0,9 ponto no mês de setembro frente a agosto, passando de 79,4 para 80,3 pontos. A alta foi impactada pela melhora da situação atual e das expectativas para os próximos meses.

O Índice de Situação Atual, que calcula a confiança do empresário da construção no momento presente, teve alta de 0,7 ponto e alcançou 72,4 pontos, o maior nível desde junho de 2015, quando foram registrados 74,2 pontos. O indicador foi influenciado, principalmente, pela percepção sobre a situação atual da carteira de contratos, que subiu 1 ponto e chegou a 70,8, atingindo o maior resultado desde julho de 2015 (71,2 pontos).

Já o Índice de Expectativas – cálculo da confiança do empresário da construção para os próximos meses – aumentou 1,2 ponto em setembro, chegando a 88,7 pontos.

A pesquisa apurou também o Nível de Utilização da Capacidade do setor (Nuci), que subiu 1,4 ponto percentual, atingindo 66,4%, o maior nível desde fevereiro de 2016 (67%).

De acordo com a FGV, apesar da melhora das expectativas, o resultado não foi suficiente para recuperar a queda de 1,6 ponto registrada em agosto. “As expectativas voltaram a crescer, mas sem conseguir recuperar o patamar pré-greve dos caminhoneiros. Houve um ajuste para baixo na percepção relativa ao cenário no curto prazo que afetou o setor como um todo. No entanto, as empresas de infraestrutura, mais suscetíveis ao ambiente de incerteza atual, foram mais impactadas e ainda não mostram sinais de melhora na confiança,” analisou Ana Maria Castelo, Coordenadora de Projetos da Construção da FGV IBRE.

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