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Construção se recupera só a partir de 2018

O presidente da Abramat estima que neste ano as vendas para construtoras recuarão 4% sobre um 2016 de queda aproximada de 13%

O presidente da Abramat estima que neste ano as vendas para construtoras recuarão 4% sobre um 2016 de queda aproximada de 13%

19 de abril de 2017 - A indústria voltada para a construção civil sofre há mais de dois anos com a queda dos investimentos no mercado imobiliário e de infraestrutura. Apesar da melhora de expectativa, o mercado espera uma retomada lenta e só a partir de 2018.

O presidente da Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção (Abramat), Walter Cover, estima que neste ano as vendas para construtoras recuarão 4% sobre um 2016 de queda aproximada de 13%. "A construção só se recupera em 2018".

A ociosidade em diversos segmentos da indústria voltados para construtoras é dramática e chega a superar 70%. É o caso das empresas de extrudados de alumínio, usados na fabricação de produtos como esquadrias, portas, sacadas, entre outros.

"Os números mostram capacidade instalada de extrudados de 860 mil toneladas, para um consumo total de 225 mil toneladas em 2016. Estes indicadores pressionam as margens e levam a uma concorrência quase insustentável para a maioria das empresas", diz o coordenador do comitê de extrudados da Associação Brasileira do Alumínio (Abal), Erivam Boff.

Segundo ele, em 2016 a demanda por alumínio transformado na construção civil encolheu 21,8%, sendo 21% em chapas, 18% em folhas e 22% em perfis extrudados. Já no disputado segmento de máquinas para construção, especificamente o de movimentação de terra (conhecido como linha amarela), a ociosidade ultrapassa 75%, de acordo com o CEO da BMC Hyundai, Felipe Cavalieri.

Fim das obras de infraestrutura para a Copa do Mundo, aprofundamento da recessão, restrição ao crédito, desemprego e expansão dos distratos imobiliários contribuíram para a situação atual.

Fonte: DCI
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