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Engenheiros comentam rompimentos de barragens em Brumadinho e Mariana

Especialistas da área de estrutura e geotecnia abordam segurança de estruturas de barragens e como a engenharia pode evitar novas tragédias no Brasil

Texto: Renato Faria

Especialistas da área de estrutura e geotecnia abordam segurança de estruturas de barragens e como a engenharia pode evitar novas tragédias no Brasil


O evento acontece no dia 07/02, às 16 h (Horário de Brasília), e será transmitido exclusivamente pela Internet (Crédito: Corpo de Bombeiros MG/Agência Brasil)

01/02/2019 | 12:36 – No dia 25/01, o rompimento da barragem de rejeitos da Mina Córrego do Feijão, em Brumadinho (MG), causou diversas mortes e prejuízos ambientais e materiais ao longo do curso do Rio Paraopeba. Pouco mais de três anos antes, o rompimento da barragem do Fundão, em Mariana (MG), provocou o maior desastre ambiental do Brasil.

Nesta semana, a Justiça de Minas Gerais – atendendo a uma ação do Ministério Público Estadual – proibiu as autoridades mineiras de emitirem licenças ambientais para novas barragens com alteamento a montante, consideradas menos seguras do ponto de vista estrutural.

Na mesa redonda “Rompimento de barragens: as lições de Brumadinho e Mariana para a engenharia”, especialistas da área de barragens vão explicar quais os principais tipos de barragens existentes, aspectos de projeto, métodos de construção e os principais cuidados no monitoramento e na fiscalização dessas estruturas.

O programa contará com a participação de Tulio Nogueira Bittencourt – diretor da Associação Brasileira de Engenharia Estrutural (Abece) – e Marcos Massao Futai – professor da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli-USP) na área de Geotecnia. A transmissão acontece no dia 07/02, às 16 h (Horário de Brasília), exclusivamente pela Internet.

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