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Inflação pelo IGP-10 desacelera em fevereiro

Em fevereiro do ano passado, a variação do IGP-10 foi de 1,55%. Com o resultado deste mês, a taxa acumulada em 2017 é de 1,02%

Em fevereiro do ano passado, a variação do IGP-10 foi de 1,55%. Com o resultado deste mês, a taxa acumulada em 2017 é de 1,02%

15 de fevereiro de 2017 - A inflação medida pelo Índice Geral de Preços – 10 (IGP-10) cedeu para 0,14% em fevereiro, após subir 0,88% em janeiro, informa a Fundação Getulio Vargas (FGV). Essa desaceleração foi provocada pela queda dos preços agropecuários no atacado e pela alta bem menos intensa do minério de ferro.

Em fevereiro do ano passado, a variação do IGP-10 foi de 1,55%. Com o resultado deste mês, a taxa acumulada em 2017 é de 1,02%. Em 12 meses, o indicador sobe 5,67%.

O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA), que tem peso de 60% nos IGPs, caiu 0,03% em fevereiro, após alta de 1,08% em janeiro. O IPA de produtos agropecuários aprofundou a queda de 1,50% para 1,87% no período, graças a produtos como soja (de -2,86% para -3,76%), milho (-3,25% para -7,04%), aves (-1,60% para -8,82%), carne bovina (de 2,11% para -3,68%) e feijão (-9,99% para -17,22%). A alta do IPA de produtos industriais cedeu de 2,10% para 0,66%, influenciada pelo minério de ferro, que saiu de alta de 17,02% para 2,30%.

No varejo, o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) repetiu a taxa de 0,54% registrada em janeiro. Do lado das altas, a principal contribuição partiu do grupo Habitação (-0,20% para 0,35%), em que a tarifa de eletricidade residencial foi a maior influência (-3,53% para -0,26%).

Também subiram Educação, Leitura e Recreação (1,65% para 2,99%) e Comunicação (0,34% para 0,37%), influenciados por cursos formais (3,03% para 5,98%) e tarifa de telefone móvel (0,39% para 0,93%), respectivamente.

No lado das baixas está Alimentação (0,66% para -0,01%), grupo influenciado pela queda do preço das carnes bovinas (de 1,04% para -1,09%). Os grupos Saúde e Cuidados Pessoais (0,63% para 0,42%), Despesas Diversas (1,10% para 0,30%), Vestuário (0,14% para -0,12%) e Transportes (0,90% para 0,85%) também registraram taxas mais baixas, puxados por artigos de higiene e cuidado pessoal (0,53% para 0,07%), cigarros (2,16% para 0,00%), roupas (-0,03% para -0,45%) e gasolina (2,65% para -0,55%), respectivamente.

Por fim, o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) subiu 0,36% em fevereiro, de 0,30% em janeiro. O índice relativo a Materiais, Equipamentos e Serviços subiu 0,55%, de 0,17%. O aumento do custo da Mão de Obra desacelerou a 0,19%. No mês anterior, este índice variou 0,41%.

Fonte: Valor Econômico
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