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Mercado imobiliário mantém recuperação no terceiro trimestre

Conforme indicadores imobiliários nacionais da CBIC, lançamentos e vendas residenciais em 2018 cresceram em relação ao mesmo período do ano passado

Texto: Yuri Soares

Conforme indicadores imobiliários nacionais da CBIC, lançamentos e vendas residenciais em 2018 cresceram em relação ao mesmo período do ano passado


Especialista do Secovi-SP aponta que mercado deve ter um desempenho positivo neste fim de ano, considerando a recuperação da economia brasileira e a retomada gradual do emprego (Créditos: Shutterstock/ Diego Grandi)

28/11/2018 | 12:52 - Segundo a pesquisa indicadores imobiliários nacionais da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), realizada em parceria com o Senai Nacional, o setor permanece em recuperação no terceiro trimestre deste ano.

Na comparação com o mesmo período de 2017, o número de lançamentos residenciais aumentou 30,1%, com 21,4 mil unidades lançadas. No acumulado de 12 meses encerrados em setembro, 102,5 mil unidades foram lançadas, ante 85,6 mil unidades no mesmo período anterior.

Em relação às vendas, também foi registrado aumento de 23,1% (26,1 mil unidades) frente ao terceiro trimestre do ano passado. Na análise de outubro de 2017 a setembro deste ano, foram comercializadas 118,4 mil unidades, face 93,5 mil unidades nos 12 meses precedentes. Caso seja mantido o ritmo atual de vendas, o estoque poderá ser zerado em 14 meses.

Em contrapartida, na comparação com o segundo trimestre de 2018, houve queda de 17,4% na quantidade de lançamentos e recuo de 12,3% nas comercializações.

Apesar disso, de acordo com Celso Petrucci, economista-chefe do Sindicato da Habitação do Estado de São Paulo (Secovi-SP) e presidente da Comissão da Indústria Imobiliária da CBIC (CII/CBIC), responsável pelo estudo, o mercado deve ter um desempenho positivo neste fim de ano. A estimativa é de que o crescimento seja de 10% a 15% no lançamento e venda de imóveis, considerando a recuperação da economia brasileira e a retomada gradual do emprego.

"Tudo indica que devemos ter um quarto trimestre forte em lançamentos e vendas. Esperamos que seja um crescimento paulatino, que irá acompanhar a demanda por imóveis e a recuperação da economia do País”, afirma.

Para o economista, no entanto, o avanço do setor dependerá de recursos para financiamento da compra e da construção de imóveis, principalmente dentro do programa Minha Casa, Minha Vida, que representa dois terços do mercado.

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