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Minha Casa, Minha Vida terá meta de 400 mil unidades neste ano

Informação foi dada pelo ministro-chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, durante painel no 91º Enic. A meta para 2020 deverá subir para 500 mil unidades habitacionais

Texto: Yuri Soares

Informação foi dada pelo ministro-chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, durante painel no 91º Enic. A meta para 2020 deverá subir para 500 mil unidades habitacionais


Segundo presidente da Caixa, serão realizadas reuniões com empresários e entidades do setor pelo País para discutir o MCMV e outras pautas de interesse do mercado da construção (Créditos: Wagner Gusmão/ Prefeitura de Angra dos Reis)

23/05/2019 | 12:05 - O programa Minha Casa, Minha Vida será mantido pelo Governo Federal, com meta de 400 mil unidades habitacionais para 2019 e 500 mil para 2020. A informação foi dada pelo presidente da Caixa Econômica Federal, Pedro Duarte Guimarães, e pelo ministro-chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, durante painel no 91º Enic (Encontro Nacional da Indústria da Construção), realizado na última semana na cidade do Rio de Janeiro.

Segundo Guimarães, serão realizadas reuniões com empresários e entidades do setor pelo País para discutir o MCMV e outras pautas de interesse do mercado da construção. O presidente afirmou que reconhece a existência de um diálogo difícil entre a área de Habitação da Caixa e o mercado, inclusive com outras áreas do banco. “Quero entender mais. Ouvir mais sobre quais são os problemas e de como vamos entrar na questão do subsídio para o mercado”, afirmou.

Guimarães informou também que pretende reduzir o cronograma de obras no programa. De acordo com ele, a Caixa vinha sofrendo com a demora na entrega dos imóveis, mas estava em busca de uma solução para o problema. Algumas obras demoravam mais de seis anos para ser concluídas. “Hoje estou tranquilo porque conseguimos diferenciar o que funciona e o que não funciona. Temos que ouvir e entender mais o setor”, disse Guimarães.

O presidente disse, ainda, que a Caixa lançará em larga escala um programa de capital de giro, que aquecerá o mercado com aproximadamente R$ 3,4 bilhões. Ele afirmou que esta iniciativa será essencial para o setor de construção civil, que poderá contar com uma verba extra para iniciar 10% ou concluir uma obra.

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