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Nível de emprego na construção encerra 2018 com percentual negativo

Levantamento do Sinduscon-SP aponta que o resultado acumulado do ano ficou em -1,5%. Em dezembro, foi registrada queda de 2,47% frente a novembro

Texto: Yuri Soares

Levantamento do Sinduscon-SP aponta que o resultado acumulado do ano ficou em -1,5%. Em dezembro, foi registrada queda de 2,47% frente a novembro


No final de 2018, emprego na construção alcançou cerca de 2,3 milhões de trabalhadores, números distantes do total de 3,48 milhões empregados ao final de 2014 (Créditos: Jorge Ribeiro/ Agência Maranhão de Notícia)

08/02/2019 | 16:59 - A construção civil brasileira registrou queda de 2,47% no nível de empregos em dezembro do ano passado, com relação ao mês de novembro. Na comparação com dezembro de 2017, houve um ligeiro crescimento no nível do emprego (0,71%). O resultado acumulado de 2018 ficou em -1,5%. Os dados constam de uma pesquisa realizada pelo Sindicato da Indústria da Construção do Estado de São Paulo (Sinduscon-SP) em parceria com a Fundação Getulio Vargas (FGV).

Segundo o levantamento, em dezembro, foi registrado um saldo positivo entre contratações e demissões de 16,1 mil novos postos de trabalho no setor, resultando em um estoque de aproximadamente 2,3 milhões de trabalhadores ao final de 2018. Os números são distantes do total de 3,48 milhões empregados ao final de 2014.

Em 12 meses, o nível de emprego na construção se elevou nas regiões Sudeste (+1,78%) e Sul (+0,87%) e caiu no Norte (-0,34%), Nordeste (-1,54%) e no Centro-Oeste (-0,15%). O segmento de Engenharia e Arquitetura foi onde o emprego mais cresceu (+7,58%). Os setores de infraestrutura (-2,2%) e imobiliário tiveram as maiores quedas (-1,1%).

São Paulo

Na análise do Estado de São Paulo, o emprego na construção civil encerrou 2018 com saldo ligeiramente positivo de 727 novos postos de trabalho (+0,11%), face ao mesmo período de 2017. Em dezembro de 2018, 8,6 mil vagas foram fechadas em relação a novembro (-1,34%), resultando em um estoque de 636,5 mil trabalhadores.

As regiões paulistas que apresentaram as maiores quedas percentuais, em 2018, foram Sorocaba (-3,14%), Presidente Prudente (-1,14%) e São Paulo (-0,99%). Os destaques positivos ficaram por conta de Santo André (+7,92%), Bauru (+4,83%) e Ribeirão Preto (+3,76%).

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