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Para ministro, setor privado deve assumir riscos de projeto público

Titular da pasta de Planejamento, Desenvolvimento e Gestão, Esteves Colnago defendeu a posição durante um workshop sobre gestão de capital de risco na última semana

Texto: Nathalia Lopes

Titular da pasta de Planejamento, Desenvolvimento e Gestão, Esteves Colnago defendeu a posição durante um workshop sobre gestão de capital de risco na última semana


Como exemplo de sucesso, o ministro citou o Fundo Garantidor de Créditos, do setor bancário (crédito: Smileus/ shutterstock)

03/07/2018 | 17:48 – O ministro do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão, Esteves Colnago, defendeu a transferência ao setor privado de riscos e garantias dos grandes projetos públicos de infraestrutura. “O governo está tendo cada vez menos espaço para manter esse papel de conceder garantias soberanas para estados e municípios. A União não tem espaço [no Orçamento] como tinha no passado. Precisamos de mecanismos de mercado para capitalizar investimentos”, confirmou o ministro.

A declaração foi feita durante um workshop sobre gestão de capital de risco, promovido pelo ministério em parceria com o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e a Agência Brasileira Gestora de Fundos Garantidores e Garantias (ABGF), que ocorreu em Brasília.

De acordo com Colnago, tendo em vista a inflação controlada e as taxas de juros menores, é importante que instituições de crédito como o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), o Banco de Desenvolvimento da América Latina (CAF) e o Banco Mundial tenham um olhar diferente em relação aos projetos de infraestrutura.

O ministro finalizou sua participação ressaltando que o governo não deve ser considerado fonte recorrente de crédito e garantias, mas, sim, última instância. “É importante que o setor privado assuma isso. O Orçamento [da União] não é caixa de liquidez”. À exemplo citou o promissor Fundo Garantidor de Créditos, do setor bancário, entidade privada que protege titulares de crédito. "O fundo garante em caso de quebra de bancos menores e, eventualmente, recorre à União".

Com informações da Agência Brasil

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