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Prefeitura de SP estuda subsidiar habitações com cheques-moradia

Sugestão foi dada pelo SindusCon-SP durante reunião de seu Comitê de Habitação Popular. Subsídios na forma de terrenos também são cogitados

Texto: Yuri Soares

Sugestão foi dada pelo SindusCon-SP durante reunião de seu Comitê de Habitação Popular. Subsídios na forma de terrenos também são cogitados


No caso de subsídios na forma de terreno, os lotes poderiam ser permutados pela edificação de unidades habitacionais a serem utilizadas, por exemplo, em aluguel social (Créditos: divulgação/ Cohab-SP)

14/02/2019 | 10:28 - O Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (SindusCon-SP) sugeriu à prefeitura da capital paulista, durante reunião de seu Comitê de Habitação Popular, utilizar recursos dos fundos municipais da área, na forma de cheques, para custear a aquisição de moradias populares.

O encontro contou com a presença do presidente do SindusCon-SP, Odair Senra, o vice-presidente de habitação da entidade, Ronaldo Cury, e o secretário adjunto de Habitação do município de São Paulo, João Siqueira de Farias.

Segundo o secretário, está sendo estudado o uso dos subsídios na forma de cheque-moradia e de terrenos. No último caso, os lotes poderiam ser permutados pela edificação de unidades habitacionais a serem utilizadas, por exemplo, em aluguel social.

O vice-presidente de habitação da entidade do SindusCon-SP também propôs a Farias que fosse reativada a reunião mensal do setor de habitação popular com o prefeito da capital, Bruno Covas, assim como era realizado na gestão anterior, para agilizar a aprovação de projetos. O secretário afirmou que discutiria a sugestão com o secretário municipal de Governo, Mauro Ricardo Machado Costa, e se dispôs a receber informações sobre projetos que estejam com aprovação paralisada, e a agilizar sua tramitação junto às demais secretarias.

Farias informou, ainda, que, visando obter mais recursos para a construção habitacional, a gestão municipal irá realizar um cadastramento rigoroso das famílias que recebem aluguel social, o qual deverá consumir R$ 120 milhões neste ano.

(Com informações do SindusCon-SP)

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