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Valor de imóveis residenciais avança 0,70% no acumulado de 12 meses

Em outubro, aumento chegou a cinco meses consecutivos. Dados constam do Índice Geral do Mercado Imobiliário Residencial, medido pela Abecip

Texto: Yuri Soares

Em outubro, aumento chegou a cinco meses consecutivos. Dados constam do Índice Geral do Mercado Imobiliário Residencial, medido pela Abecip


Em outubro, a cidade de Recife foi a única capital brasileira com queda no valor nominal dos imóveis residenciais (Créditos: Shutterstock/ Vitoriano Junior)

28/11/2018 | 16:56 - O Índice Geral do Mercado Imobiliário Residencial (IGMI-R), medido pela Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip), teve alta de 0,08% em outubro, percentual ligeiramente inferior ao observada em setembro (0,10%). Com o resultado, o indicador acumulado em 12 meses avançou para 0,70%, chegando a cinco meses de aumentos consecutivos.

Segundo a Abecip, entre as nove capitais brasileiras que abrangem o índice, em outubro, Recife foi a única com queda no valor nominal dos imóveis residenciais. No acumulado de 12 meses, apenas Recife e o Rio de Janeiro apresentam, ainda, variações nominais negativas. Os destaques positivos ficam por conta de São Paulo, Porto Alegre, Salvador e Goiânia, com aumentos superiores a 1,30% em todos os casos.

Na comparação dos dez primeiros meses do ano em 2018 e 2017, as variações acumuladas são favoráveis para todas as capitais. Somente o Rio de Janeiro e Recife ainda apresentam variações nominais negativas nos preços dos imóveis residenciais no mesmo período de 2018. Apesar disso, a Abecip ressalta que nos dois casos o ritmo de queda teve uma desaceleração, o que representa uma tendência de estancamento das perdas nominais.

A previsão é de que a evolução recente favorável dos índices de preços ao consumidor, a redução das incertezas políticas e a retomada gradual do nível de atividades proporcionem a continuidade da trajetória de aumento dos preços nominais dos imóveis residenciais. “O aumento do ritmo desta retomada ainda está condicionado ao conjunto de reformas do lado fiscal capazes de criar um ambiente mais favorável para os investimentos”, aponta o levantamento.

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