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Valor dos imóveis residenciais cresce 0,04% em fevereiro, diz Abecip

Com o resultado, o indicador acumulado em 12 meses teve aumento de 0,68%, frente ao 0,62% observado no mês anterior

Texto: Yuri Soares

Com o resultado, o indicador acumulado em 12 meses teve aumento de 0,68%, frente ao 0,62% observado no mês anterior


Pesquisa aponta que, entre as dez capitais brasileiras pesquisadas, apenas Recife e Rio de Janeiro permanecem com variações nominais negativas dos imóveis residenciais no acumulado de 12 meses (Créditos: Celso Diniz/ Shutterstock)

28/03/2019 | 15:59 - Segundo o Índice Geral do Mercado Imobiliário Residencial (IGMI-R), calculado pela Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip), o valor dos imóveis residenciais no Brasil cresceu 0,04% em fevereiro, percentual ligeiramente superior ao de janeiro (0,01%). Com o resultado, o indicador acumulado em 12 meses teve aumento de 0,68%, frente ao 0,62% observado no mês anterior.

A pesquisa aponta que, entre as dez capitais brasileiras pesquisadas, apenas Recife e Rio de Janeiro permanecem com variações nominais negativas dos imóveis residenciais no acumulado de 12 meses. Apesar disso, o ritmo de queda continua desacelerando para o Rio de Janeiro.

Em fevereiro, os destaques positivos ficaram por conta de São Paulo, que teve variação de 0,10%, acumulando elevação de 1,26% em 12 meses; e Porto Alegre, que registrou a maior alta no mês (0,40%).

Na análise da variação acumulada no primeiro bimestre do ano contra o último bimestre do ano anterior nos três últimos anos, a recuperação nos preços nominais dos imóveis residenciais neste início de 2019 não manteve o ritmo observado em 2018. Enquanto os preços nominais cresceram 0,15% no primeiro bimestre de 2018 contra o último bimestre do ano anterior, no primeiro bimestre de 2019 este aumento foi de 0,08% contra o último bimestre de 2018.

Em São Paulo, os preços nominais variaram 0,10% no primeiro bimestre de 2019, frente aos últimos dois meses do ano passado, resultado acima da média de crescimento de 0,08% nas dez capitais. Na mesma comparação de 2018 com 2017, o aumento nas dez capitais havia sido de 0,15%.

Na mesma base de comparação, Brasília e Salvador passaram de variações negativas em 2018 para positivas em 2019. Fortaleza e Curitiba apresentaram aceleração em 2019 nesta análise bimestral. Com relação ao Rio de Janeiro e Recife, apesar das variações negativas nos dois últimos anos, o ritmo de queda no início de 2019 foi inferior ao do ano passado.

Conforme a pesquisa, “dentro do contexto geral de frustração em relação ao ritmo da retomada do nível de atividades neste início de 2019, o comportamento dos preços dos imóveis residenciais segue refletindo um mercado cuja recuperação é normalmente defasada com relação à da economia em geral, junto com o dos investimentos em ativos reais como um todo”.

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