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Sistema RECUB para laje nervurada

Fôrmas recuperáveis da Ulma garantem agilidade e economia na obra do complexo Trend 24 em Porto Alegre

Redação PE

Na conhecida esquina da 24 de outrubro com a Nova York, a construtora Maiojama executa a obra do Trend 24, um projeto multiuso que inclui edifícios corporativos, offices e um prédio residencial, além de uma área comum com 43 lojas e uma ampla praça de alimentação.

A obra é limpa. No canteiro, quase não se percebe as vigas e os pilares de sustentação, isso porque está sendo utilizado um sistema conhecido pelos engenheiros como laje nervurada.

“Trata-se de um modelo estrutural em que os vãos livres são apoiados em pilares que recebem capteis, que são maciços para suportar essa laje, e praticamente não tem vigas”, explica o engenheiro Alfredo Kuhn, supervisor da obra. “É um sistema simples que atende a vãos livres, com isso facilita o pé direito maior”. Conclui.

Para garantir a eficiência na execução das lajes nervuradas é importante utilizar fôrmas e escoramentos que atendam as especificações da obra. Nesse empreendimento, a equipe de engenharia optou por utilizar o Sistema de Escoramento e a Fôrma Recuperável RECUB, da fabricante espanhola ULMA. Este sistema alia o escoramento, as fôrmas e os escoramentos remanescentes no mesmo produto, dando muito mais dinamismo nessa fase da obra.

Ganho de produtividade

O Sistema RECUB é composto por módulos e muito fácil de montar. Uma pessoa sozinha, consegue atingir uma produção média de 8 metros quadrados por hora. De acordo com o Alfredo, uma das explicações para toda essa agilidade é o fato do sistema exigir menos o lado criativo do operário e utilizar mais o lado racional do sistema.

As fôrmas são colocadas sobre uma grelha modular formada por duas peças: as longarinas e as travessas. Esse conjunto pode ser apoiado por escoras ou torres, dependendo da altura do pavimento.

Para a concretagem é utilizado concreto armado que forma uma espécie de capa sobre as fôrmas e preenche os espaços vazios, garantindo estabilidade estrutural com menos consumo de aço e concreto.

Todos esses fatores resultaram na satisfação de toda equipe de engenharia da construtora Maiojama:“A gente já tinha uma ideia inicial de que era muito bom, mas realmente nos surpreendeu. A gente conseguiu acelerar a obra, estamos com os prazos na frente em função da produtividade”. Ressalta a engenheira líder da obra, Fernanda Gerhard.

Os três edifícios juntos somam 48 pavimentos que serão construídos com essa mesma técnica. No total, estão sendo utilizadas mais de 4 mil cubetas, o equivalente a 3,5 mil metros quadrados do sistema RECUB. A previsão para finalização deste projeto é outubro de 2016.

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