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Reforma garante mais energia para Usina Hidroelétrica de Angola

Corte com fio diamantado realizado pela PS Cortes e Furos preservou a integridade estrutural da barragem.

Estudo de Caso: Corte com Fio Diamantado / Usina Hidrelétrica de Capanda.



Reforma garante mais energia para Usina Hidroelétrica de Angola

Proprietário da obra: Consórcio Capanda.
Contratante: Construtora Norberto Odebrecht.
Local da obra
: Bacia do Rio Kwanza, Cacuso – Angola.
Data da obra
: De Ago/2005 a Nov/2005.
Fornecedor: PS Cortes e Furos.
Descrição dos serviços: Remoção de 978 m³ de concreto em 70 grandes blocos.

LOCAL DA OBRA

Angola, especificamente a bacia do rio Kwanza, sempre teve um grande potencial energético regional. Porém, a infra-estrutura básica do país foi severamente debilitada durante uma longa guerra civil, que durou aproximadamente 25 anos e atrasou o trabalho em diversos projetos iniciados na década de 80. Um deles foi a Usina Hidroelétrica de Capanda. Com o fim da guerra civil e, conseqüentemente, o retorno de investimentos estrangeiros para o país, a construção da barragem foi reiniciada em 2002. O projeto representa não só a maior construção civil da história de Angola, mas também o renascimento deste pequeno país africano. Apenas 20% da população do país têm acesso à eletricidade, fato que permite entender melhor a importância deste projeto.

A barragem de Capanda, na província de Malanje, sobe 110 metros acima do rio Kwanza e é a primeira história de sucesso do projeto Rio Kwanza, uma iniciativa para aproveitar o potencial hidrelétrico do rio e espalhar energia por toda Angola e toda parte sul do continente africano.

A construção da hidroelétrica ocorreu em duas fases, a primeira envolvendo a construção de duas turbinas de 130 megawatts e a segunda, acrescentando mais duas turbinas para alcançar a capacidade total de geração de 520 megawatts. A barragem de Capanda trabalhou como um sistema experimental desde primeiro de Janeiro de 2004, quando a primeira turbina de 130 megawatts entrou em operação.  A segunda turbina entrou em operação mais tarde no mesmo ano. A segunda fase do projeto foi concluída em 2007. Mais de US$ 4 bilhões foram investidos até a conclusão do projeto.

DESAFIO

No verão de 2005, a construtora brasileira Norberto Odebrecht contratou a Porto Seguro Cortes e Furos para cortar e remover um duto de drenagem temporária na barragem da hidroelétrica. Esta estrutura de concreto foi construída para substituir, por um curto período de tempo, a descarga de fundo da barragem, possibilitando os trabalhos de aprofundamento da bacia de dissipação do vertedouro da barragem. Este duto de drenagem retangular media 10,3 metros de largura, 8,8 metros de altura e 18 metros de comprimento e teve que ser removido para possibilitar a instalação das últimas turbinas da usina.

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O corte com fio diamantado foi escolhido como o melhor método para realizar o corte do concreto, preservando a integridade estrutural da barragem.


O corte com fio diamantado foi escolhido como o melhor método para realizar o corte do concreto, uma vez que era fundamental preservar a integridade estrutural da barragem. Além disso, o canal foi construído com concreto fortemente armado e com resistência acima de 500 Mpa. Por último, a utilização de fio diamantado era a única técnica que poderia atender ao prazo requisitado pela empresa contratante (60 dias). A estrutura foi cortada em blocos que pesavam até 35 toneladas. Em cada bloco foram colocadas alças para o posterior içamento e remoção para local de armazenamento. A área onde as peças cortadas seriam armazenadas antes do bota fora era muito limitada. Cada remoção de bloco cortado para a área de armazenamento era muito bem planejada antes mesmo do corte do bloco ocorrer.

Gilberto Giassetti, diretor da PS Cortes e Furos, acredita que sua empresa foi selecionada para este projeto devido à experiência acumulada ao longo dos anos em realização de obras de grande porte e ao sucesso de trabalhos realizados anteriormente. Além disso, acredita também que a competência em planejamento, o treinamento constante dos operadores e equipamentos de qualidade deram vantagens a sua empresa.

SOLUÇÃO

A PS Cortes e Furos começou fazendo os furos na parte superior do duto para a passagem do fio diamantado e para a instalação das alças para içamento dos blocos. As alças metálicas para o içamento foram fixadas usando cola química.  O diâmetro dos furos variaram de 25 a 50 mm (1 a 2 polegadas) e foram utilizadas cinco máquinas Hydrostress HCCB-39 e três Hydrostress BC-2. O plano original previa o corte do teto (com escoramento), depois a parede esquerda seguida pela direita e finalmente o piso. No entanto, ocorreram algumas mudanças e nenhum escoramento para o corte do teto seria feito. Com essa alteração ficou decidido cortar o teto e a parede à direita ao mesmo tempo.

Foi usada uma ponte rolante para suportar o teto enquanto os blocos eram cortados. Os blocos mais difíceis de serem cortados foram os que dependiam de execução de cortinas de furos, pois é uma atividade que leva muito tempo para ser executada. O corte para remover o bloco de fechamento do piso do duto de sucção da turbina foi realizado com esta técnica, sendo, portanto, um dos cortes mais demorados. Este bloco pesava 70 toneladas e teve que ser cortado ao meio ainda na área de armazenamento para permitir a remoção para o bota fora.

Apesar das exigências técnicas e do grande alcance deste trabalho, o maior desafio foi a logística. Como a infra-estrutura de comunicação e de transporte de Angola foi destruída pela guerra civil, a PS Cortes e Furos teve que transportar todos os recursos necessários para o projeto a partir do Brasil.

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Entre Agosto e Novembro de 2005, PS Cortes e Furos removeu 978 metros³ de concreto em 70 grandes blocos.


O engenheiro da PS Cortes e Furos supervisionou todas as operações e os controles de segurança durante toda a execução do serviço. Devido ao fato de que outras empresas também estavam trabalhando no local, a área foi cuidadosamente isolada e não ocorreram acidentes durante a execução do trabalho.

DESCRIÇÃO DOS SERVIÇOS

Entre Agosto e Novembro de 2005, PS Cortes e Furos cortou 912,4 m² e perfurou 498,8 metros de concreto, resultando na remoção de 978 m³ de concreto em 70 grandes blocos. A remoção do duto de drenagem foi realizada em 60 dias com uma equipe de um engenheiro, um técnico de manutenção e 12 operadores de máquinas de corte e perfuração. O trabalho foi concluído no tempo, apesar de várias alterações no plano de trabalho e dos serviços adicionais que surgiram.

Gilberto Giassetti considera que o trabalho foi um sucesso, pois todas as partes envolvidas ficaram satisfeitas. Além disso, o serviço foi a primeira incursão da PS Cortes e Furos no continente africano e segundo ele, muitos engenheiros de outros países estavam presentes e mostraram interesse no trabalho desenvolvido pela PS Cortes e Furos. Ele acredita que isso poderá trazer novos contratos para a empresa.

Capanda foi a primeira história de sucesso em larga escala do projeto de aproveitamento do Rio Kwanza. Com a ajuda da PS Cortes e Furos e Furos o sonho angolano de construir a hidrelétrica da barragem de Capanda foi realizado.

Redação AECweb

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