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Viaduto Ferroban resgata o conceito da impermeabilização na sua concepção

Impermeabilização com produto da Viapol garantiu longevidade à estrutura do Viaduto Ferroban

Estudo de caso: Torodin Extra 5 mm / Viaduto Ferroban

Solução abandonada a partir de 1975 em obras de arte volta a ser utilizada no Viaduto Ferroban, em Campinas. A impermeabilização garante longevidade à estrutura de concreto, desde que feita a sua manutenção.

Viaduto Ferroban resgata o conceito da impermeabilização na sua concepção

Proprietário da obra – CCR
Contratante
– CCR
Local da obra
– Via Anhanguera, km 97,6 (rodovia SP 330)- Campinas – SP
Data da obra
– maio e junho de 2009
Fornecedor
– Viapol Ltda.
Nome do Produto
– Torodin Extra 5 mm (Tipo IV – NBR 9952)

DESCRIÇÃO DO LOCAL

O tabuleiro do Viaduto Ferroban recebeu 937 m² de impermeabilização, com 1122 m² de manta asfáltica. São 53 peças pré moldadas de 30 toneladas cada, e duas de 60 toneladas – superestrutura.

DESAFIO

Conceito amplamente utilizado em obras de arte como o Viaduto Santa Efigênia, Túnel 9 de Julho e obras do metrô de São Paulo até 1975, a impermeabilização do Viaduto Ferroban, em Campinas, resgata o conceito da impermeabilização na concepção do projeto. “O desafio superado foi quebrar o paradigma e entender que uma estrutura de concreto é eterna, desde que receba manutenção ‘ad eternum’. Houve, também, o desafio do prazo curto para executar a impermeabilização, com duas paradas de 12 horas e uma de 24 horas, com tráfego de trens de carga sobre o viaduto e de veículos sob ele, na Via Anhanguera”, explica o engenheiro Marcos Storte, da Viapol, empresa responsável pela impermeabilização.

Viaduto Ferroban resgata o conceito da impermeabilização na sua concepção
Trabalhador da obra realizando a imprimação das peças pré-moldadas


Storte lembra que, em 1975, a impermeabilização de obras de arte foi abandonada com a publicação das primeiras normas pelo CB 22 - Comitê Brasileiro de Impermeabilização. “Entendeu-se, a partir de então, que o concreto impermeável resolveria tudo isto, o que foi um engano técnico”, diz, relatando que, em 1988, a Prefeitura do Município de São Paulo, através da Divisão de Obras de Arte - Obras 2, executou uma vistoria em 145 obras de arte para análise da situação de patologia. Seu conteúdo deu origem a um trabalho do engenheiro Catulo P. Magalhães, que avaliou as principais patologias apresentadas e a tendência ao colapso estrutural das 145 estruturas analisadas, através do Grau de Risco, conforme segue:

Viaduto Ferroban resgata o conceito da impermeabilização na sua concepção

“Conclui-se por esse gráfico, a grande quantidade de infiltrações e vazamentos nas pontes e viadutos da cidade, pelo fato da inexistência de sistemas de impermeabilização. As fissuras em uma estrutura de concreto são inevitáveis, conforme disposto no texto da NBR 6118, e a impermeabilização cumpre o papel de proteger o bem principal (estrutura) durante toda sua vida útil”, ensina o engenheiro Marcos Storte. Segundo ele, em 1988 a Ponte dos Remédios estava classificada como de Baixo Risco, no entanto, apresentava na época juntas de dilatação com infiltração ou vazamento; vigas e lajes com infiltração e/ou armaduras expostas. “Em 3 de junho de 1997, nove anos depois, uma abertura de 15 cm em uma junta de concretagem provocada pelo rompimento dos cabos de protenção, acarretou a interdição da ponte. Diagnóstico da causa: infiltrações e vazamentos, avaliados pela própria prefeitura”, afirma.

SOLUÇÃO

A solução aplicada no Viaduto Ferroban foi a impermeabilização, que contou com a ‘expertise’ da Viapol na área, recomendando a aplicação de uma manta asfáltica de 5 mm, Tipo IV da NBR 9952. A manta recebeu proteção com um geotextil de não-tecido de poliéster e imediato lançamento de brita de lastro para os trilhos, suportando o tráfego e peso das locomotivas e vagões”, explica o engenheiro Marcos Storte. Segundo ele, a obra demonstra claramente a necessidade de proteger um viaduto. “A engenharia de impermeabilização pode e tem como resolver cada situação que vamos enfrentar nos próximos anos com a realização das obras da Copa de 2014, Jogos Olímpicos de 2016 e toda infraestrutura em concreto que precisaremos realizar”, conclui Storte.

Viaduto Ferroban resgata o conceito da impermeabilização na sua concepção
Detalhe da impermeabilização entre as peças


DESCRIÇÃO DO PRODUTO

Torodin Extra é uma manta asfáltica produzida a partir da modificação física de asfaltos com uma especial combinação de polímeros elasto-plastoméricos de elevado peso molecular, que proprociona à massa impermeabilizante notáveis características de estabilidade térmica, resistência ao envelhecimento e aos agentes atmosféricos, além de excepcional desempenho de flexibilidade em baixas temperaturas. É estruturada com não tecido de filamentos contínuos de poliéster, previamente estabilizado de elevada resistência mecânica. É produzida nas espessuras de 4 mm e 5 mm:

Torodin Extra 4 mm – lajes de estacionamentos de shopping centres; lajes térreas com grandes solicitações estruturais; lajes pré-moldadas helipontos e heliportos; reservatórios elevados; piscinas elevadas; rampas e locais com grandes sobrecargas estáticas ou dinâmicas.

Torodin Extra 5 mm – lajes de estacionamentos de shopping centers; rampas; pontes; viadutos; túneis e galerias sujeitos, ou não, à influência do lençol freático com aplicação pelo lado externo.

- Atende ao tipo IV-A e IV-B segundo a NBR 9952/2007, norma vigente.
- Atende ao tipo IV segundo a NBR 9952/98, norma substituída.

Redação AECweb


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