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Cresce o número de imóveis retomados no Brasil

Foram 13.137 unidades ofertadas em leilão por inadimplência das parcelas do financiamento, contra 8.541 habitações vendidas nessas condições, em 2014

Foram 13.137 unidades ofertadas em leilão por inadimplência das parcelas do financiamento, contra 8.541 habitações vendidas nessas condições, em 2014

Os atrasos no pagamento das prestações da casa própria têm feito muitos mutuários perderem seus imóveis. Na Caixa Econômica Federal que controla cerca de 70% do crédito imobiliário do país, o número de compradores que ficaram sem suas moradias subiu 53%, no ano passado. Foram 13.137 unidades ofertadas em leilão por inadimplência das parcelas do financiamento, contra 8.541 habitações vendidas nessas condições, em 2014.

Ainda considerando os dados da Caixa, em 2010, o número de unidades leiloadas após serem tomadas por falta de pagamento foi de 6.798 moradias. Em relação ao total leiloado em 2015 (13.137 casas e apartamentos), o crescimento foi de 93%.

Outros dados referentes ao Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) de 2016, da Prefeitura do Rio, mostram um aumento do número de devedores. Até abril deste ano, 19,03% do total de 1,213 milhão de carnês emitidos não tinham sido pagos, seja por meio de cota única ou de parcelamento. No primeiro quadrimestre de 2015, o percentual de inadimplentes era de 16,45%, segundo a Secretaria municipal de Fazenda.

Neste ano, 540 mil inscrições imobiliárias tiveram o IPTU quitado em cota única na capital. A procura pelo desconto foi 7% menor do que a do ano passado, quando 582 mil contribuintes pagaram o imposto de só uma vez, até abril. Vale lembrar que, ao todo, 26.074 contribuintes obtiveram desconto no tributo deste ano com o programa de benefícios da Nota Carioca, que permite o abatimento de até 100% do valor do IPTU.

Sobre o aumento da inadimplência, a Secretaria de Fazenda declarou que não considera o percentual de atraso significativo em relação a 2015. Também lembrou que o imposto pode ser pago ao longo do ano, e o exercício ainda não foi encerrado.

Sobre o assunto, a Caixa divulgou a seguinte nota:

"A Caixa Econômica Federal informa que o índice de imóveis retomados nos últimos 5 anos está dentro do previsto pela política de crédito da instituição.

O banco possui 4,35 milhões de contratos imobiliários ativos. O percentual de imóveis retomados pelo banco em 2015 (13.137) equivale a 0,3% do total em carteira.

O ativo imobiliário da carteira imobiliária saltou 268% no intervalo de 2010 a 2015. Nesse período, o saldo de R$ 101 bilhões chegou a R$ 374 bilhões, com índice de inadimplência em torno de 2% e permanecendo líder nesse segmento, com participação no mercado de 66,9%. O crédito imobiliário continua sendo de baixo risco, com aproximadamente 90% das suas operações classificadas nos melhores níveis de risco (ratings de AA a C).

Os leilões de imóveis retomados, cuja operação original foi realizada com Alienação Fiduciária em garantia, seguem os procedimentos padrões previstos na Lei 9.514/97, a exemplo de todos instituições financeiras que atuam na modalidade de crédito imobiliário.

As medidas legais de retomada do bem, previstas em contrato, apenas são adotadas após o esgotamento da negociação entre o banco e o cliente.

A CAIXA atua no aperfeiçoamento de todo ciclo de crédito (desde a concessão, monitoramento e recuperação) com o objetivo de captar as oscilações do cenário macroeconômico, mitigar e manter os níveis de riscos aos quais está exposta, dentro dos limites definidos pela política da instituição. A evolução do número de imóveis retomados é reflexo dessa política".

Fonte: APeMEC

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