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Empresas que fazem remoção industrial faturam com a crise

Texto: Redação PE


Guindastes fazem içamento em conjunto (Divulgação/ Primax)

Empresas especializadas em remoções industriais e transporte pesado dizem não estar sendo afetadas pela baixa atividade da economia. Com a crise, as locadoras e transportadoras especializadas têm percebido uma maior demanda para desmobilização e deslocamento de ativos de fábricas que encerram atividades, interrompem linhas de produção e fazem aquisições ou vendas de equipamentos.

Para essas operações são utilizados guindastes, plataformas de trabalho aéreo, empilhadeiras, caminhões muncks e carretas. “O segmento de petróleo e gás estagnou, mas o de fertilizantes, o de energia eólica e hidrelétrica continuam ativos, assim como indústrias do setor automobilístico, que já se preparam para lançar novos modelos”, conta o diretor da Primax, Antônio Luiz Leite.

Marcos Cunzolo, diretor da Cunzolo, também vê oportunidades no segmento. “Embora a construção civil tenha estagnado, o setor industrial está gerando bastante trabalho com a desmobilização das fábricas e as montadoras aproveitam o momento para se reestruturar. Hoje a nossa empresa está 80% focada em indústrias e 20% na construção civil”, conta Marcos.

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