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Passo a passo: forros de gesso

Tabicado, rebaixado ou sancas. São muitas as aplicações, mas o método de instalação é praticamente o mesmo

Texto: Nataly Pugliesi

forros-de-gesso

Os forros de gesso são utilizados principalmente para criar efeitos estéticos com função decorativa ou a fim de esconder vigas indesejadas e imperfeições nas lajes. “Eles proporcionam muita flexibilidade aos projetos arquitetônicos, possibilitando inúmeros desenhos. Com eles, podemos criar sancas, rebaixos e nichos, que podem ser retos ou curvos, dando ainda mais personalidade e elegância aos projetos”, afirma Guilherme Mayr, arquiteto do escritório Ponto Exatum, que atua na região metropolitana de Campinas. “Eles são, ainda, ótimos aliados nos projetos de iluminação, pois permitem a instalação de quantas luminárias e spots forem desejados e com a disposição que melhor atenda ao projeto”, completa o arquiteto.

Os forros de gesso, em conjunto com outros materiais, também proporcionam conforto térmico e acústico. “O gesso é um material incombustível e com baixa condutividade térmica”, diz Jorge Bugarin, especificador técnico da Knauf, indústria de drywall.

Eles são ótimos aliados nos projetos de iluminação, pois permitem a instalação de quantas luminárias e spots forem desejados e com a disposição que melhor atenda ao projeto
Guilherme Mayr

TIPOS

Os forros de gesso são divididos em alguns tipos. A escolha depende do objetivo estético do projeto.

SANCAS

“As sancas são detalhes arquitetônicos definidos pelo projeto, que auxiliam na melhor distribuição dos elementos de iluminação”, define Douglas Meirelles, engenheiro civil e coordenador do departamento técnico da Placo do Brasil, indústria de drywall. As sancas podem ser fechadas, abertas ou invertidas e são utilizadas quando não se quer rebaixar o teto todo utilizando-o como refletor da iluminação. “Elas dão um toque de estilo e modernidade ao ambiente”, diz Guilherme Mayr. A sanca aberta tem a abertura voltada para o centro do ambiente e, nessa abertura, coloca-se um ponto de luz refletindo no forro, proporcionando iluminação indireta. A sanca invertida também é aberta, mas a abertura fica voltada para as laterais. Já a sanca fechada é utilizada para rebaixar determinados espaços a fim de criar um detalhe para instalação de luzes indiretas. “Isso torna o ambiente mais acolhedor”, acrescenta o arquiteto.

TABICAS

Também conhecidas como ‘forro dilatado’, as tabicas são empregadas para efeitos estéticos ou em forros com necessidade de dilatação, ou seja, forros com áreas superiores a 50 m². “Podem ser de gesso ou somente usando um perfil chamado de tabica, que é usado em volta de todo o perímetro do teto", diz Jorge Bugarin, da Knauf. “A tabica dá o efeito de que o teto está flutuando, solto da parede”, completa o arquiteto Guilherme Mayr.

REBAIXOS

Os rebaixos, de forma geral, são detalhes que podem ser utilizados para a correção de elementos de construção que afetam a estética do ambiente, como o caso de vigas e imperfeições da laje, para ocultar trilhos dos sistemas de cortinas. Também são utilizados para elevar o desempenho acústico dos ambientes dos projetos.

FORRO DE GESSO ACARTONADO X ACARTONADO ESTRUTURADO

Forro de gesso acartonado e forro de gesso acartonado estruturado são outras duas formas mais populares de chamar os forros de drywall.

Os forros de gesso acartonado são, segundo o especificador técnico da Knauf
Jorge Bugarin, o que se chama de ‘teto aramado’. “São compostos de chapas com medida especial de 600x2000 mm, penduradas com arame e suporte em forma de H que se encaixa nas chapas”, diz.

Já os tetos de gesso acartonado estruturado são compostos por perfis de aço galvanizado, pendurados por meio de tirantes e suportes de nivelações. E as chapas são aparafusadas na estrutura.

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PASSO A PASSO

A instalação dos forros de gesso exige mão de obra especializada. O Senai forma instaladores e as indústrias de drywall, que vendem as placas, também dão todo o suporte para a instalação nas obras. “É fundamental que o drywall seja instalado por profissionais qualificados para que sejam garantidos seu desempenho e funcionalidade”, orienta Bugarin, da Knauf. De todo modo, o processo de instalação é bem simples.

1 - Marcação
O primeiro passo da instalação é determinar o nível do forro nas paredes do ambiente, onde serão colocadas as guias, cantoneiras ou tabicas, com o auxílio da mangueira de nível ou nível a laser. Marca-se, depois, na laje, os pontos de fixação dos tirantes, distância de fixação e modulação dos perfis, utilizando-se o cordão de marcação.

2 - Fixação
O segundo passo é fazer a fixação dos tirantes e colocar os suportes niveladores. Logo em seguida, posicionar os perfis perimetrais nas linhas de marcação, conferir o nível do teto, e fixar os perfis às paredes com bucha e parafuso, pino de aço (pistola à pólvora ou pistola a gás) ou prego de aço.

3 - Amarração
Por último, faça a amarração das chapas, trate as juntas com massa e fita, e, complete o acabamento cobrindo os parafusos com massa. Esse procedimento é a base da instalação dos tetos. “A diferença entre os tipos de teto se dá principalmente no perímetro, que varia se vai ser tabicado, dilatado ou rebaixado”, diz Jorge, da Knauf. “A definição do espaçamento também varia conforme as condições das áreas de aplicação, tipos de placas e número de camadas de placas”, completa Douglas Meirelles, engenheiro civil e coordenador do departamento técnico da Placo do Brasil.

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Colaboraram para esta matéria

 
Guilherme Mayr – é arquiteto da construtora Ponto Exatum, que atua na região metropolitana de Campinas.
 
Jorge Bugarin – é especificador técnico da Knauf, indústria de Drywall, desde 1998. Parte da Equipe Técnica da Knauf, dando suporte à especificação dos produtos em projetos, visitas técnicas em obras, palestras e cursos.
Douglas Meirelles – é engenheiro civil e coordenador do departamento técnico da Placo do Brasil. Atua no mercado da construção a seco desde 2006, auxiliando engenheiros e arquitetos na especificação e elaboração de projetos arquitetônicos e projetos estruturais que utilizam o sistema Drywall
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