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Aeroportos Santos Dumont e de Congonhas serão leiloados até 2022

Informação foi dada pelo ministro da infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas. Segundo ele, mais 44 aeroportos serão concedidos à iniciativa privada nos próximos três anos e meio

Texto: Yuri Soares

Informação foi dada pelo ministro da infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas. Segundo ele, mais 44 aeroportos serão concedidos à iniciativa privada nos próximos três anos e meio


De acordo com Freitas, os aeroportos de Congonhas e Santos Dumont irão integrar a última rodada de concessões, por serem muito importantes para a estabilidade financeira da Infraero (Créditos: divulgação/ Governo do Brasil)

27/06/2019 | 11:35 - O ministro da infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, informou em reunião realizada com empresários no Rio de Janeiro, que o Governo Federal pretende conceder à iniciativa privada mais 44 aeroportos da Infraero (Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária) até 2022.

Segundo Freitas, o modelo de leilão de concessão em blocos de 12 aeroportos, realizado em março, foi testado e aprovado. Na ocasião, a arrecadação total foi de R$ 2,377 bilhões em outorgas para os cofres públicos. O valor foi 986% maior que o lance mínimo estabelecido pelo governo (R$ 218,7 milhões).

A próxima rodada de concessões, que corresponde a sexta de aeroportos, está prevista para outubro de 2020, e irá abranger 22 terminais divididos em três blocos regionais: Sul, Centro-Oeste e Norte 1. A sétima rodada deverá acontecer entre o fim de 2021 e o início de 2022, com a concessão de mais 22 aeroportos dispostos entre os blocos Norte 2 e dois do Sudeste. Fazem parte desta etapa de concessões os aeroportos Santos Dumont e de Congonhas.

De acordo com o ministro Gomes de Freitas, esses dois aeroportos foram deixados por último, por serem muito importantes para a estabilidade financeira da Infraero. “Estamos convidando o investidor a conhecer o mercado brasileiro e já vir para a sexta rodada. E é como se a gente afirmasse assim: o melhor está ficando para o final", detalhou.

O ministro disse, ainda, que a concessão dos terminais aeroportuários irá impulsionar o mercado de aviação civil e auxiliar em uma mudança de vocação da Infraero, que deverá direcionar sua atenção aos aeroportos regionais.

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