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Bairro da Zona Leste recebe a maior unidade do Senac São Paulo

Com 26 mil m², obra inaugurada em São Miguel Paulista se divide em três blocos conectados por uma praça interna, que preservou as árvores já existentes no terreno

Texto: Nathalia Lopes

Com 26 mil m², obra inaugurada em São Miguel Paulista se divide em três blocos conectados por uma praça interna, que preservou as árvores já existentes no terreno


Construção é composta por três blocos e uma praça interna (crédito: divulgação / Senac)

02/04/2018 | 11:20 – O bairro de São Miguel Paulista, extremo leste de São Paulo, recebeu a nova e maior unidade do Senac São Paulo. Assinado pelo escritório Levisky Arquitetos | Estratégia Urbana, a construção de 26 mil m² é desmembrada em três edifícios que se conectam por uma praça principal interna.

Os três blocos são projetados de acordo com suas atividades educacionais. O primeiro é o principal e recebe a maioria dos cursos profissionalizantes. O segundo, central, tem dois pavimentos e conta com auditório para mais de 200 pessoas e espaço para os cursos de editoração, rádio e televisão. O terceiro, por sua vez, abriga a ala administrativa, os cursos de paisagismo, visagismo e moda, além dos pavimentos de garagem.

Além da arquitetura humanista, a comunicação e a luminotécnica são fundamentais na composição do projeto. “A fachada é envolvida por tecido ventilado, fixado em estrutura metálica complementar e serigrafado com informações que podem ser constantemente alternadas e atualizadas em um divertido diálogo com a população que por lá passa”, comenta Adriana Levisky, titular do escritório. Os pavimentos também são temáticos, e cada modalidade de curso tem sua cor específica: a gastronomia adota o vermelho, informática o amarelo, e os seus respectivos mobiliários seguem o mesmo tom de forma lúdica e sensorial.

No espaço externo, manter as árvores pré-existentes era uma das diretrizes do projeto. Somado as salas transparentes, o ambiente oferece luz natural e total integração interior-exterior. “Quem está fora enxerga o que acontece internamente, como uma verdadeira vitrine de cursos profissionalizantes e vice-versa. É a aproximação dos espaços público-privado”, finalizada Levisky.

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