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IGP-M desacelera e se mantém quase estável no mês de fevereiro

Índice de referência para reajuste de contratos de aluguel registra leve alta, mas desacelera em relação a janeiro. Variação acumulada em 12 meses ainda é negativa

Texto: Nathalia Lopes

Índice de referência para reajuste de contratos de aluguel registra leve alta, mas desacelera em relação a janeiro. Variação acumulada em 12 meses ainda é negativa

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Índice de preços ao produtor amplo (IPA), um dos componentes do IGP-M, apresentou baixa de 0,02% em fevereiro (Crédito: Spectral-Design/shutterstok)

01/03/2018 | 12:30 – O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M), conhecido como referência para os contratos de aluguel, subiu 0,07% em fevereiro, resultado bem abaixo da alta de 0,76% registrada no mês anterior. Com esse resultado, o medidor acumula 0,83% de alta no ano e queda de 0,42% no período de 12 meses.

O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA), caiu 0,02% em fevereiro. Os principais colaboradores para o resultado foram os subgrupos bens finais (queda de 0,71%) e combustíveis para o consumo (queda de 4,09% em janeiro para - 2,63% em fevereiro). O outro item que compõe o IGP-M, o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) variou 0,28% em fevereiro, ante 0,56% de janeiro.

Aluguéis em São Paulo

A pesquisa de locação residencial do Sindicato de Habitação do Estado de São Paulo (Secovi-SP), que tem como referência o mês de janeiro, revelou alta de 0,30% nos valores de locações residenciais no período. Os imóveis com um dormitório tiveram o maior aumento de preços no mês (0,5%), seguidos pelos de três dormitórios (0,4%) e por imóveis de dois quartos (+ 0,1%). No entanto, a variação acumulada no período de doze meses finalizado em janeiro de 2018 foi de -0,21%.

De acordo com o Índice de Velocidade de Locação (IVL), as casas e sobrados foram os imóveis alugados mais rapidamente, entre 17 e 42 dias. Os apartamentos mostraram um ritmo mais lento, entre 23 e 49 dias. Em relação às garantias locatícias mais utilizadas, lidera o fiador, com 46%. O depósito caução e o seguro fiança são as outras alternativas escolhidas, com 37% e de 17% dos contratos, respectivamente.

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