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Local de desabamento em SP pode abrigar novo conjunto habitacional

Prefeitura avalia a construção de moradias populares em terreno no Largo do Paissandu, onde ficava edifício ocupado que desabou após incêndio no início de maio

Nathalia Lopes

Prefeitura avalia a construção de moradias populares em terreno no Largo do Paissandu, onde ficava edifício ocupado que desabou após incêndio no início de maio

 


Objetivo da secretaria da habitação é entregar 25 mil moradias até 2020 (Crédito: divulgação/ Prefeitura de São Paulo)

06/06/2018 | 18:05 – A Prefeitura de São Paulo, em parceria com o Governo do Estado e a União, cogita a possibilidade de construir um conjunto habitacional dedicado a famílias de baixa renda no local onde ficava o edifício Wilton Paes de Almeida, no Largo do Paissandu, que desabou no dia 1° de maio em decorrência de um incêndio.

Segundo a prefeitura, as famílias selecionadas para ocupar a futura habitação serão escolhidas após o início das obras. Atualmente existem mais de 28 mil famílias que recebem auxilio aluguel em São Paulo – que foram retiradas de áreas de risco ou de obras públicas por determinação judicial – e outras 100 mil cadastradas em nos programas habitacionais que também esperam atendimento. Além disso, existem as 120 famílias desabrigadas do incêndio.

O plano da secretaria de habitação é entregar 25 mil moradias até 2020 para enfrentar o déficit habitacional de mais de 360 mil imóveis, segundo estimativa divulgada pelo secretário de habitação, Fernando Chucre.

Vistoria em áreas de risco

Após o desabamento do edifício do Largo do Paissandu, a Defesa Civil afirmou que deve vistoriar 70 prédios ocupados no centro de São Paulo. De acordo com a Agência Brasil, até o momento 30 ocupações foram visitadas por equipes de secretarias da prefeitura e de movimentos de moradia. O objetivo é identificar e eliminar risco para os moradores.

Segundo o Serviço de Limpeza Urbana, o pagamento será sempre referente ao mês anterior. Portanto, os transportadores irão pagar, no início de julho, o equivalente aos 15 dias vigentes de junho. Após esse prazo, fica permitido somente o acesso de veículos devidamente cadastrados no Sistema de Gestão dos Resíduos da Construção Civil, disponível no site do SLU, e acompanhados do Controle de Transporte de Resíduos.

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