Plataforma elevatória é segura e cumpre a função do elevador

Ideal para pessoas com mobilidade reduzida, a plataforma elevatória suporta 250 kg. Uso adequado dos acessórios e manutenção periódica devem ser considerados

Publicado em: 27/01/2009Atualizado em: 30/04/2020

Texto: Redação AECweb

Redação AECweb

Plataforma elevatória democratiza o acesso

Pessoas com mobilidade reduzida, permanente ou temporária, contam com o conforto de plataformas elevatórias que cumprem a mesma função dos elevadores convencionais. “É um equipamento para transporte vertical de passageiros com mobilidade reduzida, desenvolvido para realizar percursos de até 4 m de altura. Ao embarcar na plataforma, o usuário utilizará a alavanca ‘joystick’, de movimento constante no sentido vertical (para cima e para baixo), levando-o ao pavimento desejado”, diz Fábio Benites, gerente industrial da Montele, ressaltando que o equipamento se movimenta apenas quando todos os itens de segurança estiverem devidamente ativados.

Para garantir maior segurança, a plataforma funciona somente com as portas de pavimento fechadas e o braço da cabina abaixado, sem qualquer objeto estranho no percurso. Segundo Benites, a solução é mais econômica que o elevador convencional e demanda menor área para sua instalação. “A plataforma valoriza o espaço do projeto e tem capacidade para 250 kg . A velocidade é inferior, se comparada à do elevador convencional”, afirma.


Performance


Fábio Benites ensina que a qualidade da plataforma pode ser avaliada através do desempenho durante o trajeto. “O equipamento de qualidade, que teve uma boa montagem, se movimenta sem trepidações, de maneira segura e confortável para o passageiro. O consumidor deve verificar se o equipamento encontra-se totalmente dentro das exigências das normas técnicas, a NBR 9050 e a ISO 9386. Além disso, um equipamento de qualidade tem longa durabilidade e eficiência dos itens de segurança. A procedência da empresa que fornece o equipamento é um parâmetro importante, afinal é uma maneira de constatar se a plataforma possui condições técnicas suficientes para atender o cliente, e prestar serviços de assistência técnica”, sugere Benites.


Acessórios
O especificador deve considerar, ainda, os vários acessórios que compõem a plataforma elevatória. O gerente da Montele explica a função de cada um deles:


- Flap: rampa de acesso móvel acoplada ao equipamento, facilita o embarque do usuário de cadeiras de rodas, considerando um desnível entre o piso do andar e o da plataforma;


- Porta de pavimento: quando o percurso for maior que 2 m ;


- Braço de segurança: braço articulado que garante a estabilidade do passageiro;


- Corrimão: localizado no painel interno da plataforma, reforça a segurança na viagem e atende à norma técnica;


- Estrutura de enclausuramento: necessária quando o percurso for superior a 2 m , e quando há transposição de laje ou mezanino;


- Botões de pressão constante: botões de andar que acionam a plataforma através de pressão constante;


- Alavanca ‘joystick’: manete localizado no interior da plataforma, para o seu acionamento.



Plataforma elevatória democratiza o acesso

Manutenção

Para o funcionamento adequado e duradouro do equipamento são imprescindíveis manutenções periódicas realizadas por técnicos capacitados. “A manutenção possibilita que qualquer tipo de desgaste ou desajuste seja corrigido. Somente o serviço de assistência técnica adequado pode garantir o perfeito funcionamento dos itens de segurança da plataforma, ajustes e lubrificações necessários”, recomenda Thobias Furtado, gerente de manutenção da Montele.

Quanto à vida útil da plataforma elevatória, Furtado diz que vai depender do fabricante, e da freqüência e qualidade da manutenção. “É preciso estar atento às atualizações ou pequenas modernizações das normas técnicas. Todos os equipamentos da Montele passam por um tratamento superficial de galvanização, pintura eletrostática e anodização. A empresa também fornece acabamento em aço inox, ou a critério do cliente, evitando que qualquer componente sofra oxidação ou desgaste prematuro”, finaliza Thobias Furtado.