Por que digitalizar o gerenciamento de obras? Confira quatro motivos

Os processos de gerenciamento das atividades nos canteiros podem melhorar, e muito, quando apoiados pela tecnologia. Entenda

Publicado em: 05/03/2021Atualizado em: 10/03/2021

Texto: Juliana Nakamura

Digitalizar gerenciamento de obras
Digitalizar o gerenciamento de obras traz vantagens como a agilidade na tomada de decisões (Foto: MIND AND I/Shutterstock)

A expectativa para a indústria da Construção Civil é de que 2021 seja o início de um período próspero, com maior volume de obras de diferentes tipologias. Esse cenário impõe uma pressão extra sobre o Sistema de Gestão da Qualidade, uma vez que se elevam os riscos de obtenção de baixa eficiência e de ocorrências de não conformidades de materiais e serviços que podem comprometer o desempenho do produto final e gerar altos custos de assistência técnica e manutenção.

Aperfeiçoar o gerenciamento das atividades nos canteiros com soluções para digitalizar documentos, centralizar as informações e agilizar a tomada de decisão é uma resposta óbvia aos desafios impostos às construtoras.

Veja a seguir algumas razões que justificam o interesse em digitalizar o gerenciamento de obras:

1) Centralizar as informações em um único lugar — Softwares e aplicativos dedicados ao gerenciamento de obras são alternativas eficazes e seguras para lidar com documentações, como contratos com funcionários, terceirizados, escritórios de engenharia e outras empresas de serviço. Ao facilitar o controle sobre esses documentos, a tecnologia dá mais segurança jurídica e transparência às operações. Além disso, ao agrupar todas as informações em um único repositório, é possível ter uma visualização mais clara de tudo o que pode interferir no andamento da obra.

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2) Ter mais agilidade — É típico da digitalização agilizar processos repetitivos que podem consumir tempo e demandar muito pessoal para serem realizados. Na construção civil, esse ganho de racionalidade pode se aplicar tanto ao backoffice, quanto ao canteiro. No backoffice, a robotização e a inteligência artificial podem simplificar processos em áreas como gestão dos projetos, relacionamento com clientes, vendas e financeiro. Já na obra, a digitalização das Fichas de Verificação de Serviços (FVS), por exemplo, permite coletar e armazenar dados das inspeções evitando extravio de informações e possibilitando a geração automática de relatórios para auxiliar o acompanhamento da performance e a antecipação a riscos. Com a digitalização do gerenciamento das obras, as equipes ficam mais livres para se dedicarem às atividades que agregam valor à organização, aumentando a produtividade e a competitividade.

São vários os motivos que justificam o investimento das construtoras nas ferramentas digitais de gerenciamento de obras. Uma das mais relevantes é a possibilidade de acompanhar os prazos e a qualidade do empreendimento em tempo real
Ralph Montelo

3) Colaborar para a qualidade — O gerenciamento digitalizado, com informações estruturadas e centralizadas, cria a possibilidade para a realização de análises preditivas, permitindo ao gestor antecipar-se a eventuais problemas. Outro ganho proporcionado para as construtoras é rodar o PDCA (Plan, Do, Check, Action) digitalmente, visualizando facilmente as não-conformidades e criando um plano de ação eletronicamente. “São vários os motivos que justificam o investimento das construtoras nas ferramentas digitais de gerenciamento de obras. Uma das mais relevantes é a possibilidade de acompanhar os prazos e a qualidade do empreendimento em tempo real”, diz Ralph Montelo, diretor de produto do Construpoint, da e-Construmarket. Ele ressalta que “o acesso à informação de forma simples e rápida faz a diferença na tomada de decisão das empresas”.

4) Promove a integração e melhora a comunicação — Outro grande valor agregado pela digitalização é a possibilidade de integrar diferentes áreas. Os departamentos podem acessar a mesma base de dados, evitando ruídos na comunicação interna. “As ferramentas digitais apoiam o desenvolvimento de uma gestão de obras saudável, ágil, produtiva e eficaz com foco em resultados. Elas podem atuar de forma positiva em rotinas de reuniões, indicadores de gestão mensais, dashboards, controle de prazos, de custos e de atividades, diagramas de processos, registros de qualidade e de não-conformidades, análise de causas, relatórios de produção, comunicação com o cliente interno e externo, treinamentos, organização de tempo, desenvolvimento humano e organizacional, entre outras aplicações”, cita Rodrigo Giacomazzi, coordenador de obras da construtora Bidese.

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Colaboração técnica

 
Ralph Montelo — Formado em análise e desenvolvimento de sistemas, tem mais de dez anos de vivência em obras imobiliárias. É diretor de produto do Construpoint, da e-Construmarket.
 
Rodrigo Giacomazzi — Engenheiro civil pós-graduado em gerenciamento de projetos com MBA em controladoria em finanças e em incorporações imobiliárias. Auditor interno ISO-9001, é coordenador de obras da Construtora Bidese.