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Softplan impulsiona a transformação digital na FEICON 2024

Presente com seu Ecossistema Tecnológico para a Indústria da Construção, empresa apresentou lançamentos que aumentam a produtividade e integram a cadeia da Construção

Publicado em: 08/04/2024

Texto: Vinícius Veloso

O Ecossistema Tecnológico da Softplan para a Indústria da Construção — formado pelas marcas Sienge, Construmarket, CV CRM, Prevision, eCustos e GO Gestor Obras – esteve presente com um estande na FEICON 2024. E exibiu lançamentos que prometem acelerar a transformação digital na construção.

“Acreditamos em um ecossistema robusto. E através desse ecossistema conseguimos entregar mais assertividade, mais produtividade, menos desperdício e mais integração entre todos os elos dessa cadeia que tanto necessita de atores e players que consigam fazer com que ela se desenvolva cada vez mais”, destaca Ionan Fernandes, Diretor Executivo da Softplan para a Indústria da Construção.

Em relação às expectativas para a feira, Fernandes se mostrou otimista. “Esperamos trabalhar aqui cada vez mais níveis de conexão. Olhamos para a cadeia da construção sobre vários aspectos: começando no pré-obra, passando pela obra, indo até o pós-obra. E aqui todas essas peças se encaixam. É um tabuleiro onde a gente, organizadamente, começa a jogar muito junto para mudar esse setor. Não hoje, mas para o futuro que nos espera”, conclui.

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Lançamentos da Softplan na FEICON 2024

A Softplan apresentou muitas novidades durante o evento. Um exemplo é o Prevision Planejamento de Incorporação, que emprega a metodologia ágil para trazer checklists dos processos necessários para iniciar uma obra – o que permite a concepção de prazos e planejamentos muito mais previsíveis e assertivos.

“Outra grande novidade é a integração do Construpoint com o Sienge Plataforma. O Construpoint é uma ferramenta que leva mobilidade e conectividade para dentro do canteiro. Com a integração, será capaz de entregar ainda mais produtividade para os nossos clientes, pensando no andamento da obra”, afirma Guilherme Quandt, Diretor de Estratégia e Marketing da Softplan para Indústria da Construção.

E não para por aí. O CV CRM — voltado para o mercado imobiliário — traz o CV Smart Docs, com uma funcionalidade de OCR (leitor inteligente de documentos em diversos formatos). Com ele, será possível acelerar a digitalização e a compreensão dos documentos.

Painel com as marcas do Ecossistema Tecnológico da Softplan para a Indústria da ConstruçãoAs marcas do Ecossistema Tecnológico da Softplan para a Indústria da Construção (Foto: Vinícius Veloso)

Já o CV Magic funcionará como uma assistente virtual, semelhante à Siri ou Alexa, dentro da ferramenta de CRM. A funcionalidade promete simplificar o dia a dia dos corretores e agentes imobiliários durante o processo de venda dos imóveis, que tem muitas etapas mais complexas.

“Estamos, ainda, somando a expertise do Sienge Plataforma com anos de experiência em gestão orçamentária, com o eCustos – a melhor ferramenta de orçamento de obras do mercado. Assim, lançamos o Sienge eCustos, que beneficiará a assertividade dos orçamentos e a saúde financeira dos empreendimentos que os nossos clientes vão planejar e lançar”, explica Quandt.

Transformação digital na FEICON 2024

O tema extrapolou o estande da Softplan na FEICON e chegou à Arena de Conteúdo ENIC. No dia 03 de abril, às 12h, o espaço foi palco da palestra “A revolução dos dados: uma nova realidade para alcançar alta performance na Indústria da Construção”, ministrada por Guilherme Quandt.

Palestra da Softplan na FEICON 2024Palestra de Guilherme Quandt na FEICON 2024 (Foto: Vinícius Veloso)
Se todos os empreendimentos que foram geridos pelo ecossistema da Softplan fossem construídos geograficamente próximos, essa seria a segunda maior cidade de todo o Brasil, com cerca de 11 milhões de habitantes
Guilherme Quandt

Em sua fala, Quandt apresentou dados que mostram a relação entre falta de digitalização e ineficiência. “São mais de $500 bilhões gastos com retrabalho, sendo 52% desse total oriundo de dados pobres e falta de comunicação. Além disso, a média de atrasos além da programação original é de 20 meses e a média de estouro de orçamentos é de 80% (grandes projetos não residenciais). E mais: 47% da emissão global de CO2 vem da construção e do uso dos prédios”, informou.

O Diretor de Estratégia e Marketing destacou, ainda, que a cada R$ 4 gastos em insumos no segmento da construção, R$ 1 passa pelas plataformas da empresa. “Se todos os empreendimentos que foram geridos pelo ecossistema da Softplan fossem construídos geograficamente próximos, essa seria a segunda maior cidade de todo o Brasil, com cerca de 11 milhões de habitantes”, declara.

Softplan em números 

33 anos dedicados exclusivamente à indústria da construção
72 dos clientes do grupo estão entre as 100 maiores construtoras do país.
12 mil obras em andamento usam as soluções da empresa
350 mil pessoas trabalhando nesses canteiros
VGV maior do que R$ 350 bi

Palestra da Softplan na FEICON 2024Quandt apresentou as vantagens da transformação digital (Foto: Vinícius Veloso)

A organização e integração das cadeias, com o entendimento de como cada elo se conecta ao anterior e ao próximo, permite ganhos comprovados na prática. Estudo elaborado pela Softplan mostrou que os clientes do grupo tiveram 34% de economia por metro quadrado nos anos de 2021 e 2022, justamente por adotarem um processo integrado e conectado.

A revolução da tecnologia e dos dados já começou. E quem não fizer parte do movimento vai ficar para trás, perdendo em competitividade diante do mercado que está evoluindo
Guilherme Quandt

Além disso, as empresas líderes em maturidade digital têm uma evolução mais saudável, avanço que é três vezes maior no Brasil e cinco vezes no mundo (taxa de crescimento EBITDA em comparação às companhias menos digitalizadas). “O resultado financeiro é direto, expressivo e transformacional”, indicou Quandt, comemorando que a imagem da construção defasada, felizmente, está ficando no passado, por conta dessa grande transformação no setor.

“A revolução da tecnologia e dos dados já começou. E quem não fizer parte do movimento vai ficar para trás, perdendo em competitividade diante do mercado que está evoluindo”, finalizou.