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Após dois anos de estabilidade, IGMI-R cresce 4,11% em 2019

Texto: Redação AECweb/e-Construmarket

Alta foi puxada pela recuperação de preços na cidade de São Paulo. Resultado de 2019 foi próximo ao dos principais índices de preços ao consumidor no mesmo período


Em comparação ao ano de 2018, todas as dez capitais brasileiras que abrangem o índice apresentaram resultados positivos nos 12 meses do ano passado (Créditos: Thiago B Trevisan/ Shutterstock)

23/01/2020 | 17:05 - O Índice Geral do Mercado Imobiliário Residencial (IGMI-R), medido pela Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip), registrou variação de 1,07% em dezembro do ano passado, quase o dobro da apurada em novembro. Com o resultado, o ano de 2019 fechou com crescimento nominal de 4,11% no índice, resultado impactado pela recuperação de preços na cidade de São Paulo (6,86% no acumulado do ano).

A alta no IGMI-R registrada em 2019 ocorre depois de dois anos de ligeiras variações no índice (-0,60% em 2017, e 0,64% em 2018). O resultado de 2019 foi próximo ao dos principais índices de preços ao consumidor no mesmo período, o que reverte os resultados dos anos anteriores, em que ficou abaixo.

Em comparação ao ano de 2018, todas as dez capitais brasileiras que abrangem o índice apresentaram resultados positivos nos 12 meses do ano passado. Os maiores aumentos seguidos de São Paulo foram: Porto Alegre (4,23%), Brasília (4,05%) e Curitiba (3,99%). As capitais com menores aumentos foram: Rio de Janeiro (1,29%), Fortaleza (1,43%) e Recife (1,63%).

Segundo a Abecip, apesar de oscilar no final de 2019, o nível de atividade mantém uma tendência de crescimento, que tem refletido em indicadores do mercado de trabalho e de confiança de diferentes setores.

“A expectativa da construção civil é que este cenário, aliado a melhores condições de financiamento e à demanda represada nos últimos anos deve revigorar o setor em 2020. Se confirmada essa expectativa, os efeitos sobre os preços dos imóveis residenciais devem ficar claros nos próximos meses, reforçando a tendência de aumento que por enquanto vem sendo verificada de forma mais forte na cidade de São Paulo”, diz a entidade.

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