Baianos compram 5,3 mil imóveis no Feirão da Caixa

Texto: Redação AECweb

Quem não conseguiu ir ao Feirão pode buscar informar-se sobre a compra da casa própria na agências.


16 de maio de 2011 - A 7ª edição do Feirão da Casa Própria, realizada este final de semana no Centro de Convenções da Bahia, movimentou R$ 500,92 milhões em três dias, superando em 25% o volume das negociações de 2010. Foram financiados pela Caixa Econômica Federal (CEF), este ano, 5.300 contratos - sendo 3.769 unidades vendidas na feira e 1.531 cartas de crédito liberadas. Em comparação com a edição anterior, houve 15% de aumento nos contratos. Cerca de 80% deles se enquadram no programa Minha Casa Minha Vida.


Durante o evento, foram negociados imóveis entre R$ 70 mil e R$ 700 mil. A maior parte, 70%, das unidades adquiridas, está localizada ou será construída em Lauro de Freitas e Camaçari, municípios da Região Metropolitana de Salvador.


De acordo com Vivaldo de Oliveira, superintendente regional em exercício da Caixa Econômica Federal, a tendência é que o mercado imobiliário aumente o investimento nas cidades vizinhas à capital. "Está mais difícil encontrar e mais caro o terreno em Salvador. A construção de obras e avenidas nessas cidades abrem novas perspectivas", considera.


Segundo Nilson Sarti, presidente da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi), o setor deverá investir mais nos próximos anos no segmento popular. No entanto, ele diz que não há perspectiva de redução dos valores encontrados atualmente, que em média é de R$ 110 mil, para imóveis de dois quartos. "Os preços praticados em Salvador são bem abaixo dos praticados em outras capitais", diz Sarti. Avisando aos interessados na casa própria: "Aproveitem para comprar agora, há muita oferta. É um bom momento".


Números

O feirão de Salvador deste ano contou com a presença de 38 mil visitantes, dois mil a mais que no ano passado, que puderam percorrer estandes de 53 construtoras e 15 imobiliárias, além de estandes institucionais, como o da Ademi e do Sindicato da Indústria da Construção (Sinduscon), Conselho Regional dos Corretores de Imóveis (Creci) e da Companhia de Desenvolvimento Urbano do Estado da Bahia (Conder). No Centro de Convenções da Bahia, estavam à disposição do público 18 mil imóveis, sendo 13 mil na linha popular.


Fonte: A Tarde - BA