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Bancos ultrapassam marca de 1 milhão de imóveis financiados em 2010

Texto: Redação AECweb

No total, foram 1,052 milhão moradias financiadas durante o período


17 de fevereiro de 2011 - O crescimento do financiamento com FGTS foi de 72% sobre o resultado de 2009, impulsionado, principalmente, pelo programa Minha Casa Minha Vida.

O financiamento imobiliário do país atingiu em 2010 uma marca histórica. Pela primeira vez os bancos financiaram a aquisição e a construção de mais de 1 milhão de imóveis em um único ano.

De acordo com a Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip), foram 1,052 milhão moradias financiadas durante todo o ano passado.

O número engloba os financiamentos com recursos da caderneta de poupança e do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). O resultado representa um crescimento de 57% ante a quantidade de imóveis financiados pelos bancos em 2009 (670 mil unidades).

Só com o dinheiro do FGTS, foi financiada a compra ou construção de 631 mil imóveis em 2010. O crescimento dessa linha de crédito imobiliário foi de 72% sobre o resultado de 2009, impulsionado, principalmente, pelo programa do governo federal Minha Casa, Minha Vida. Com recursos da poupança foram financiados 421 mil imóveis, um crescimento de 39%.

Em valores, o montante aplicado em financiamentos em 2010 foi 67% maior do que o total investido em 2009. Passou de R$ 49,7 bilhões para R$ 83,7 bilhões, outro recorde do setor.

Para o presidente da Abecip, Luiz Antonio França, o crescimento da economia, o aumento da renda dos trabalhadores e a queda do desemprego em 2010 foram os grandes responsáveis pelos bons resultados. França espera que, em 2011, a economia continue evoluindo e os financiamentos superem os recordes alcançados.

Só os recursos da poupança aplicados em financiamentos pelos bancos devem crescer 51% em 2011 e atingir R$ 85 bilhões, segundo ele. Já o número de unidades financiadas deve aumentar 28% no ano que vem, atingindo a marca de 540 mil, com base nas estimativas da Abecip.

Fonte: Brasil Econômico - SP

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