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Classe média de SP contrata mais arquitetos para reformas

Texto: Redação AECweb

O boom imobiliário tem levado a classe média paulista a utilizar com mais frequência o trabalho de arquitetos para reformar o imóvel.

7 de junho de 2010 - Essa percepção se evidencia pelo aumento do número de ARTs (Anotação de Responsabilidade Técnica) -registros do projeto e da obra- obrigatoriamente entregues pelo profissional no Crea-SP (Conselho Regional de Arquitetura, Engenharia e Agronomia do Estado de São Paulo).

"Nossa média mensal passou de 30 mil ARTs no ano passado para 90 mil neste ano", calcula Francisco Kurimori, 59, chefe de gabinete do Crea-SP. "A procura por arquitetos cresceu 50% no país nos últimos cinco anos", estima Gilson Paranhos, presidente do IAB (Instituto de Arquitetos do Brasil).

Contratá-los é uma boa saída para a falta de tempo para achar mão de obra especializada ou escolher materiais. Em média, o preço de um projeto de reformas varia de R$ 40 a R$ 60 por m2.

Esse valor não inclui gastos com mão de obra e materiais. Se o arquiteto fica responsável por eles, o preço é maior, em geral medido em horas técnicas de trabalho -custam de R$ 200 a R$ 500.

"Gastei cerca de R$ 100 mil em reformas", diz Cassiano Braccialli, 25, gerente comercial. Ele diz ter pagado R$ 290 mil por seu apartamento de 85 m2. "Como eu não sabia escolher nem uma cortina, amigos me indicaram a arquiteta Patrícia Vidigal."

Buscar referências com conhecidos é a dica de Marcio Mazza, vice-presidente da Asbea (Associação Brasileira dos Escritórios de Arquitetura), para escolher o arquiteto.

Alguns profissionais ganham bônus das lojas que indicam, prática condenada pelo IAB e pelo Crea-SP.

Fonte: Folha de S. Paulo - SP

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