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Confiança da construção segue em alta no mês de setembro, segundo FGV

Texto: Redação AECweb/e-Construmarket

Índice de Confiança da Construção (ICST) apresentou em setembro uma elevação de 3,7 pontos, chegando a 91,5 pontos

Indicador fechou a média do terceiro trimestre em 87,7 pontos, 17,7 pontos acima dos 70 da média do segundo trimestre (Créditos: Pavel L Photo and Video/ Shutterstock)

30/09/2020 | 11:52 - Conforme apuração da Fundação Getulio Vargas (FGV), o Índice de Confiança da Construção (ICST) apresentou em setembro uma elevação de 3,7 pontos, chegando a 91,5 pontos. Com isso, o indicador fechou a média do terceiro trimestre em 87,7 pontos, 17,7 pontos acima dos 70 da média do segundo trimestre.

“A percepção dominante é de recuperação da atividade e de crescimento dos negócios, com reflexos na melhora das expectativas. No entanto, ainda não é um movimento disseminado por todos segmentos – a área de serviços foi mais penalizada e registra mais dificuldade em recuperar, assim como o mercado de edificações comerciais. Por outro lado, o segmento de edificações residenciais avança mais rapidamente, confirmando o bom momento do mercado, impulsionado pelas taxas de juros mais baixas e pela maior oferta de crédito”, avaliou Ana Maria Castelo, coordenadora de Projetos da Construção da FGV/Ibre.

A alta, registrada em setembro, foi influenciada pela percepção menos pessimista dos empresários da construção em relação à situação atual, e de menor pessimismo em relação aos próximos meses.

O Índice de Expectativas (IE-CST) – cálculo da confiança do empresário da construção para os próximos meses – cresceu 2,7 pontos, alcançando 96,8 pontos. Tanto o indicador de demanda prevista quanto o de tendência dos estoques apresentaram alta, ambos alcançando 96,8 pontos.

Quanto ao Índice de Situação Atual (ISA-CST), que apura a confiança do empresário da construção no momento presente, ele aumentou 4,6 pontos, chegando a 86,4 pontos, 0,3 pontos abaixo de fevereiro (86,7 pontos).

Já o Nível de Utilização da Capacidade (Nuci) do setor recuou 1,4 ponto percentual, para 72,1%.

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