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Construção civil continua abrindo vagas, apesar da crise

Texto: Redação AECweb

Muitas obras que começaram em 2008 ainda não terminaram. Setor prioriza quem tem, além da experiência, qualificação

27 de fevereiro de 2009 – O crescimento do setor de construção civil neste ano deve ser bem menor que o do ano passado por causa da crise econômica mundial, mas ainda há boas oportunidades de emprego.

Muitas obras que começaram em 2008, quando o mercado estava aquecido, ainda não terminaram e, mesmo com a crise, o consumidor encontra linhas de crédito para comprar casas e apartamentos.

Melhor para quem tem experiência como pedreiro, pintor, eletricista, marceneiro e ainda mais para quem, além da experiência, tem qualificação.

Em plena crise econômica a construtora responsável por uma obra na Vila Maria não pára de contratar. “Nosso segmento é a moradia mais popular e essa, apesar da crise, nós não paramos, o mercado não parou a gente espera realmente continuar crescendo”, acredita Sérgio Paulo dos Anjos, diretor comercial.

O crescimento da construção civil em 2009 não deve passar dos 3,5%. Pode parecer pouco se comparado com o índice do ano passado, que foi de 10%. Mas continuar crescendo num cenário de crise significa manter os postos de trabalho e, o mais importante, abrir novas vagas.

“Como a construção civil fechou 2008 com o ritmo de atividade alto, é claro que este ritmo de 2008 vai carregar o crescimento e a atividade da construção durante 2009”, afirma Sérgio Watanabe, presidente do Sinduscon.

Tem serviço para serventes, pedreiros, carpinteiros, eletricistas, azulejistas. “Serviço não falta, eu trabalho em firma, trabalho autônomo, serviço não falta”, garante o rapaz.

Quem estiver mais preparado para a função leva a melhor. O eletricista recém-contratado só conseguiu a vaga porque assumiu o compromisso de fazer um curso de especialização. “Aperfeiçoar mais nos cursos, que seria o correto, porque com os cursos fica mais fácil você entrar no mercado de trabalho”, diz Wanderlei Ferreira, eletricista.

“Há a necessidade de investimento e qualificação. Hoje em dia, quem não tem qualificação não tem mercado de trabalho”, afirma Abílio José Weber, diretor do SENAI.

Fonte: g1

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