Construção civil cria 193,3 mil novos empregos no primeiro quadrimestre

Texto: Redação AECweb

O resultado volta a cravar um novo recorde de 2,650 milhões de trabalhadores com carteira assinada empregados na construção brasileira

15 de junho de 2010 - O nível de emprego na construção civil brasileira aumentou 1,76% em abril na comparação com março, o que equivale à contratação de mais 45.869 trabalhadores com carteira assinada. Com isso, no acumulado do primeiro quadrimestre de 2010, o nível de emprego no setor já cresceu 7,87%, com a expressiva contratação de mais 193.386 trabalhadores formais. Os dados são da pesquisa mensal do SindusCon-SP (Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo) e da FGV (Fundação Getulio Vargas).

O resultado volta a cravar um novo recorde de 2,650 milhões de trabalhadores com carteira assinada empregados na construção brasileira –mais uma vez, o mais alto patamar da série histórica.

Em 12 meses, o nível de emprego no setor aumentou 15,29%, o que corresponde a mais 351.480 trabalhadores empregados. “Os números estão confirmando a expectativa do SindusCon-SP, de um crescimento recorde, de 9%, do produto da construção brasileira em 2010”, comenta o presidente da entidade, Sergio Watanabe.

No Estado de São Paulo, o nível de emprego na construção em abril aumentou 1,32%, com acréscimo de 9.494 vagas. Com isso, o número de trabalhadores passou a 730.664 –outro recorde na série histórica. No ano, a alta foi de 6,99% (+47.714 empregados). Em 12 meses, a elevação chegou a 12,74% (+82.582 postos de trabalho formais).

No município de São Paulo, o aumento foi de 0,91% no mês (+3.079 trabalhadores), elevando o número de empregados para 340.232 (também um recorde, com aumento de 5,95% no ano e de 13,74% em 12 meses).

Os destaques, em termos percentuais em abril no Estado, foram as regiões de: Campinas, que elevou em 2,58% o seu nível de emprego da construção no mês (+1.907 trabalhadores), e de São José do Rio Preto (2,57%, +544 empregados). Todas as regiões tiveram índices positivos, com exceção daquela de Bauru, onde houve declínio de 0,56% (-131 trabalhadores).

Fonte: Último Instante