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Construção civil inicia seleção para 180 mil vagas previstas para 2010

Texto: Redação AECweb

Há vagas para todos os níveis de escolaridade

12 de janeiro de 2010 - O setor da construção civil prevê a criação de 180 mil novos empregos em 2010 e as contratações para as oportunidades já começaram. Isso porque, passadas as festas de final de ano, as construtoras retomam em janeiro as admissões para novas obras, diz o Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (Sinduscon-SP).

Segundo levantamento feito pelo G1, há pelo menos 2.347 postos em aberto no país. As vagas são para todos os níveis de escolaridade. Os cargos são para engenheiros, arquitetos, corretores de imóveis, eletricistas, pedreiros, gesseiros e serventes, entre outros.

Os salários iniciais para os cargos de serventes variam de R$ 767,80 a R$ 980. Para pedreiros, a remuneração inicial varia de R$ 917,40 a R$ 1,3 mil, diz o sindicato.

Para quem pretende se candidatar a uma das vagas, o ideal é fazer o cadastro no site das empreiteiras ou entregar os currículos nos canteiros de obras das construtoras nas quais pretende trabalhar, diz Haruo Ishikawa, vice-presidente de relações capital-trabalho do sindicato.

De acordo com Ishikawa, como há poucos cursos profissionalizantes para os cargos operacionais do setor da construção civil, muitas empresas aceitam candidatos para os canteiros sem especialização.

De acordo com ele, quem tem experiência anterior com obras tem vantagens na hora da contratação. Em alguns casos, segundo ele, o canteiro serve até como “escola” para os jovens profissionais, que aprendem as tarefas na própria obra.

Postos
Segundo a estimativa do sindicato, as 180 mil novas vagas previstas para 2010 serão impulsionadas por fatores como o programa "Minha Casa, Minha Vida", do governo federal, as eleições presidenciais e o aquecimento da economia.

Até outubro de 2009, foram criados 242.609 novos postos na construção civil. De acordo com o vice-presidente do sindicato, entretanto, o número deverá cair no fechamento do ano. Isso porque, segundo ele, há um histórico de demissões no setor nos meses de novembro e dezembro por conta das festas de final de ano e das chuvas do período, que atrapalham as obras.

Fonte: G1

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