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Construção mantém recuperação com menor variação negativa

Texto: Redação AECweb/e-Construmarket

Confiança do setor melhora em pesquisa

05 de dezembro de 2012 - Em novembro, o Índice de Confiança da Construção (ICST), da Fundação Getulio Vargas, manteve a tendência de recuperação iniciada em agosto passado. O Indicador Trimestral registrou a menor variação negativa da série de comparações interanuais, uma queda de 3,1%. Em outubro, a variação trimestral interanual havia ficado em -5,1%.

A melhora relativa do ICST ocorreu nos principais segmentos monitorados pela pesquisa, com destaque para Aluguel de Equipamentos, com variação de 5,4%, ante -4,6% no mês anterior; Obras de Infraestrutura para Engenharia Elétrica e para Telecomunicações, cuja variação do índice de confiança passou a -9,9%, ante -14,5% no mês anterior. De seis grandes segmentos da pesquisa, o único a apresentar piora foi Preparação do Terreno, com variação de -6,8%, ante -5,4% em outubro.

Houve avanço na percepção em relação ao momento atual quanto nas expectativas para os meses seguintes. A variação interanual trimestral do Índice da Situação Atual (ISA-CST) foi de -2,8%, em novembro, contra -5,5%, em outubro. No mesmo período e base de comparação, a variação do Índice de Expectativas (IE-CST) foi de -3,4%, em novembro, contra -4,7%, em outubro.

O quesito situação atual dos negócios foi o que mais contribuiu para a alta do ISA-CST no trimestre findo em novembro de 2012. A variação interanual do indicador trimestral deste item foi de -3,1%, em novembro, frente a -6,0% em outubro. Das 701 empresas consultadas, 29,8% avaliaram que a situação encontra-se boa no trimestre findo em novembro, contra 33,4% no mesmo período de 2011; por outro lado, 9,9% consideraram que a situação encontra-se ruim (contra 9,7%, em outubro).

O quesito que mede o grau de otimismo com a tendência dos negócios no horizonte de seis meses foi o que exerceu maior influência na melhora do  IE-CST. A variação interanual trimestral do item foi de -1,6%, contra -3,2%, em outubro. A proporção de empresas prevendo aumento na demanda foi de 39,7%, ante 42,3%, em outubro de 2011, enquanto a parcela das que esperam diminuição passou de 5,4% para 5,0% do total.

Fonte: Investimentos e Notícias

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