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Dilma diz que obras da Copa e das Olimpíadas ficarão prontas a tempo

Texto: Redação AECweb

Declaração foi uma resposta às críticas recentes de que o Brasil “corre contra o relógio”

15 de junho de 2011 - A presidente Dilma Rousseff afirmou nesta terça-feira (14) que, apesar dos atrasos, as obras para a Copa do Mundo de futebol, que o Brasil vai organizar em 2014, e para os Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, em 2016, serão concluídas a tempo.

A declaração foi divulgada na coluna publicada semanalmente em jornais regionais, na qual Dilma responde a perguntas de leitores sobre diversos temas. Sem dúvida” [que as obras serão realizadas a tempo].

Dilma explicou que a Presidência está trabalhando em conjunto com os governos estaduais e as prefeituras das cidades responsáveis pelas obras, para garantir que não ocorram atrasos. Segundo a presidente, ficou acordada a realização de reuniões semanais para avaliar os avanços dos projetos. Já tivemos um primeiro encontro e vamos nos reunir a cada três meses para acompanhar o cronograma das obras”.

Ainda segundo Dilma, das 12 cidades que serão sede da Copa do Mundo de 2014, 11 já fizeram as licitações para a construção ou reforma de seus estádios e dez já iniciaram as obras dos cenários esportivos. Ela esclareceu que a única cidade que ainda não lançou licitação foi São Paulo, possível sede do jogo de abertura da Copa do Mundo, porque o estádio da capital paulista será construído pela iniciativa privada.

A presidente ainda acrescentou que a Infraero (estatal que administra os aeroportos) "está em plena execução de seu programa de investimentos para ampliar a capacidade e melhorar os serviços privados".

Como reconhece a própria CBF (Confederação Brasileira de Futebol), além dos estádios, os maiores atrasos e preocupações são precisamente os aeroportos, que não teriam neste momento capacidade para receber os milhões de visitantes esperados. Dilma disse que seu governo investirá R$ 5,5 bilhões na ampliação e na reforma dos aeroportos. “As obras seriam necessárias inclusive sem a Copa e os Jogos Olímpicos devido ao aumento do movimento nos aeroportos pela elevação da renda dos brasileiros”.

De acordo com Dilma, o governo repassou a concessão a empresas privadas das obras e a administração de alguns aeroportos como o internacional de São Paulo e o de Brasília. Segundo a governante, o Planalto está estudando o melhor modelo para administrar os aeroportos do Rio de Janeiro e de Belo Horizonte. “Para coordenar todo esse trabalho criamos a Secretaria Nacional de Aviação Civil, com status de Ministério. Com estas e várias outras medidas tenho certeza que faremos uma grande Copa e grandes Jogos Olímpicos”.

As declarações de Dilma ocorrem justamente após Fifa afirmar, recentemente, que as obras avançam em ritmo lento no Brasil. A presidente nega que o país esteja correndo contra o relógio, como diz a entidade, e afirma ter as obras atendem ao cronograma estabelecido pelo governo.

Fonte: R7

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