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Emprego na construção tem alta de 10,55% em 2011

Texto: Redação AECweb

Setor atinge em setembro a marca de 3.128.006 trabalhadores com carteira assinada

18 de novembro de 2011 - O nível de emprego na construção civil brasileira cresceu 10,55% de janeiro a setembro 2011, com a contratação de 298.549 novos trabalhadores. Só no mês de setembro, o setor contratou 31.536 pessoas com carteira assinada, o que resulta em alta de 1,02% em relação a agosto. Nos últimos 12 meses, foram 228.269 a mais (+7,87%). É o que mostra a pesquisa mensal feita pelo SindusCon-SP (Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo) com a FGV.

Para o presidente do SindusCon-SP, Sergio Watanabe, o resultado demonstra que a construção civil continua crescendo, porém em um patamar menor em comparação ao ano passado. Ele destaca ainda que a taxa de desemprego na construção civil, nas principais regiões metropolitanas do Brasil, está em 2,3%. "Significa que o setor está vivendo uma situação de pleno emprego e obriga-se ao aumento do seu grau de industrialização e a uma maior qualificação da mão de obra", afirma.

Brasil – Com as novas contratações, a construção brasileira empregava um total de 3.128.006 trabalhadores com carteira em setembro. Destes, cerca de 1.596.864 estavam no Sudeste; 657.202 no Nordeste; 436.002 no Sul; 247.732 no Centro-Oeste e 190.206 no Norte.

Em setembro, o emprego na construção cresceu em relação a agosto em todas as regiões. Confira: Norte (+1,45%), Nordeste (+1,68%), Sudeste (+0,72%), Sul (+0,97%) e Centro-Oeste (+0,96%).

Estado de São Paulo – A construção paulista contratou em setembro mais 2.724 trabalhadores (+0,34%). Com isso, em 2011, foram incorporadas mais 59.082 pessoas (+7,90%) e, em 12 meses, 48.512 (+6,40%). Na capital do Estado de São Paulo, foram contratados em setembro mais 966 trabalhadores (+0,26%).

Até o final daquele mês, as empresas paulistas já somavam 806.977 empregados com carteira assinada. Entretanto, as regiões de São José dos Campos e Presidente Prudente apresentaram uma queda no nível de emprego.

Site: Sinduscon – SP

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