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IBGE: Construção civil cresce para 0,39% em fevereiro

Texto: Redação AECweb

Índice avançou 0,12 ponto percentual em relação a janeiro

10 de março de 2011 - O Índice Nacional da Construção Civil (Sinapi), calculado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em convênio com a CAIXA, cresceu para 0,39% em fevereiro, avançando 0,12 ponto percentual em relação a janeiro, quando registrou 0,27%, de acordo com informações divulgadas hoje pelo IBGE.

Comparando com a taxa de fevereiro de 2010, que foi de 0,43%, o índice atual é menor. O acumulado nos dois primeiros meses do ano ficou em 0,66%, inferior ao verificado no mesmo período do ano anterior , que foi de 0,86%. Nos últimos doze meses, a taxa de variação foi de 7,15%, abaixo dos 7,20% registrados nos doze meses imediatamente anteriores.

O custo nacional da construção, por metro quadrado, que em janeiro havia sido R$ 768,44, em fevereiro passou para R$ 771,45, sendo R$ 438,01 relativos aos materiais e R$ 333,44 à mão-de-obra.

A parcela dos materiais apresentou variação de 0,39%, subindo 0,07 ponto percentual em relação ao mês anterior (0,32%), a mão-de-obra também registrou aceleração de 0,19 ponto percentual, passando de 0,20% em janeiro para 0,39% em fevereiro. No ano, os materiais subiram 0,72% e a mão-de-obra 0,59%. Os acumulados em doze meses foram: 5,30%(materiais) e 9,64% (mão-de-obra).

Pressionada pelo reajuste salarial do Maranhão, o Nordeste, com alta de 0,89%, ficou com a maior taxa regional em fevereiro. Os demais resultados foram: 0,34% (Norte); 0,23% (Sul); 0,22% (Centro-Oeste) e 0,12% (Sudeste).

O Nordeste também se destacou com o maior acumulados no ano, 1,36%. No acumulado dos doze meses o Centro-Oeste ficou com a maior variação, 8,84%.

Os custos regionais, por metro quadrado, foram: R$ 810,01 (Sudeste); R$ 782,23 (Norte); R$ 756,83 (Centro-Oeste); R$ 754,17 (Sul) e R$ 733,15 (Nordeste).

Devido à pressão exercida pelo reajuste salarial decorrente de acordo coletivo, Maranhão registrou a maior taxa mensal, 4,79%, mas no acumulado dos doze meses Mato Grosso (9,53%) e Goiás (9,26%).

Fonte: Investimentos e Notícias

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