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Índices da Sondagem Indústria da Construção mantêm estabilidade em fevereiro

Texto: Redação AECweb/e-Construmarket

No caso do nível de atividade, o indicador registrou 47,5 pontos, mesmo valor apurado em janeiro. O índice de emprego, por sua vez, teve leve alta, registrando 47,7 pontos

Valores abaixo dos 50 pontos no levantamento indicam queda no nível de atividade (Créditos: Alf Ribeiro/ Shutterstock)

27/03/2020 | 10:46 - A Sondagem Indústria da Construção, apurada mensalmente pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), registrou que, em fevereiro, os índices de desempenho do setor tiveram poucas mudanças em comparação ao mês anterior. No caso do nível de atividade, o indicador registrou 47,5 pontos, mesmo valor apurado em janeiro. O índice de emprego, por sua vez, teme leve alta, registrando 47,7 pontos, resultado 0,4 ponto maior que o mês anterior.

Valores abaixo dos 50 pontos no levantamento indicam queda no nível de atividade.

O nível de uso da capacidade operacional em agosto registrou 60%, percentual igual ao apurado em janeiro e quatro pontos maior em relação ao nível de 12 meses atrás. O resultado mostra elevada ociosidade no setor, mas, apesar disso, trata-se do maior valor observado em fevereiro nos últimos seis anos, o que reforça uma tendência de recuperação no setor.

O índice de intenção de investimento da empresa também caiu em março, ficando em 42,6 pontos, o que representa percentual 1,8 ponto menor que em fevereiro. Apesar da queda, o indicador supera em 8,6 pontos o valor registrado há 12 meses e apresenta o maior valor alcançado no mês de março desde 2014. Além disso, o índice permanece 8,3 pontos acima da média histórica.

Os indicadores de expectativa do nível de atividade, novos empreendimentos e serviços, e da compra de insumos e matérias-primas também recuaram em março, chegando a 58,1 pontos, 56,8 pontos e 56 pontos, respectivamente.

Ainda conforme o estudo, em março, o índice de Confiança do Empresário da Construção (ICEI-Construção) teve queda de 3,6 pontos, alcançando 59,3 pontos. O resultado foi influenciado pelo recuo nos indicadores de Condições Atuais e os de Expectativas, tanto os relativos à economia brasileira como à empresa.

A Sondagem Indústria da Construção foi realizada com 470 empresas, sendo 162 pequenas, 205 médias e 103 de grande porte.

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