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Indústria de materiais de construção segue otimista

Texto: Redação AECweb

Empresas do setor apostam no mercado nacional e expectativas de vendas aumentam, mas pretensão de investimentos recua

24 de agosto de 2011 - O setor de construção civil no Brasil segue aquecido e a maior aposta das indústrias de materiais é o mercado interno, segundo o Termômetro ABRAMAT deste mês de agosto. Das empresas consultadas em agosto, 69% afirmaram estar otimistas com o desempenho do setor neste mês. A pesquisa retrata que 66% consideraram que o mês anterior foi bom ou muito bom e 83% estão otimistas sobre as vendas do mês de setembro.

Ressalta-se que 12% das empresas consideraram ruim ou muito ruim o resultado das vendas de Julho, e apenas 2% estão pessimistas em relação às vendas de agosto. Para o mês de setembro nenhuma das empresas se declarou pessimista. Para o mercado externo, a sondagem indicou um quadro praticamente inalterado entre a avaliação do desempenho de julho, e as previsões para agosto e para setembro, que se mantem numa média de desempenho regular.

Apesar do otimismo no curto prazo para vendas no mercado nacional, as empresas demonstram prudência quando o assunto é investimento no médio prazo. Em agosto, 69% das indústrias de materiais de construção afirmaram que farão investimentos nos próximos 12 meses, um recuo de 5%, contra o índice de 74% no mês de julho. Em agosto do ano passado, 75% das empresas apresentaram pretensão de investimentos para os 12 meses seguintes.  O nível de utilização da capacidade instalada industrial permanece alto, mantendo-se na média de 86% meses de julho e agosto.

“Conter os investimentos pode ser uma medida de preocupação com a política brasileira. As empresas perceberam que as ações do governo estão mais voltadas para a contenção da inflação e da nova crise mundial”, avalia Melvyn Fox, presidente da associação.  Em julho, 50% das consultadas tinham boas expectativas com relação às ações governamentais para o setor nos próximos 12 meses. Este mês, apenas 38% forneceram a mesma resposta, houve um significativo aumento nas estatísticas de empresas “indiferentes” ao avaliar as ações do Governo Brasileiro para o setor.

Fonte: Abramat

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